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sábado, 5 de maio de 2012

Como tratar quem apresenta depressão e fadiga.


                          Evento: Entremediuns 2010 (Continuação)
                                      Por: Jacob Melo em 23.10.10


5- E como fazer para tratar quem apresenta os dois casos, depressão e fadiga?
Jacob- Como os dois são tratados só com dispersivos, não tem problema, faz-se TDM I, libera principalmente o esplênico bastante e aí no final faz dispersões localizadas nos outros centros que você sentiu. Sugiro que o ponto de partida seja o TDM I, até você ter condições de fazer tato magnético, na hora que você começar a fazer tato magnético e percebendo a fadiga você examina qual é o outro centro de força que está congestionado, se houver uma coincidência do mesmo centro, então, é só a seqüência do TDM.
6- Como o Sr. chegou a técnica de aplicação do TDM? Por que dos movimentos longitudinais, transversais?
Jacob- Quem já leu o livro “A cura da depressão pelo magnetismo” entende como eu sofri na época que eu tive, porque eu, sendo orientador de passes, eu sendo passista, eu tendo uma equipe com a qual eu trabalhava e parte dessa equipe até hoje esta comigo, como podia?
Quando eu adoeci, eles foram me aplicar passes, que passes? Os que eu ensinei que eram concentradores de energias, e cada dia que iam me aplicar passes eu piorava. Isso me intrigou, no dia que eu estava fora da depressão, disse: tem alguma coisa errada. Porque ou o passe não resolve e piora ou tem alguma técnica que não é apropriada, que eu não sabia qual era, eu sabia que fazia muito mal, porque eu tinha me sentido muito mal. E não eram pessoas que não me amavam, eram pessoas que trabalhavam comigo e me queriam tanto bem que continuam comigo até hoje. Não eram pessoas que não soubessem, porque tinham estudado comigo. E, não era porque o passe era em casa, porque a cada vez que eles iam me dar passe era uma verdadeira reunião espírita no meu quarto. Então, todas as condições para que desse certo aconteceram, e deram errado todos os passes.
Quando eu fui aplicar o primeiro passe de depressão num paciente muito deprimido, muito grave, daqueles que não falam, não olham, não andam, não fazem nada; o primeiro passe que apliquei nele disse para mim mesmo: olha! esse cara é um cara de sorte, porque vai receber um passe de alguém que sabe, que sou eu, que já sofreu o problema, portanto eu sei o que ele está sofrendo e eu vou tirá-lo dessas situação, e vou tirar logo na primeira. E aí apliquei o passe mais poderoso que já apliquei em minha vida; o pobre coitado quase morre porque deu errado. Porque doei energia nele até onde não tinha lugar, porque pensei: um depressivo precisa de que? De energia, eu sabia disso, eu tinha experimentado. E, aí “sapequei” energia nele.
E, na semana seguinte ele vem do mesmo jeito, quando eu olhei de longe disse: não é possível! Esse cara é para estar bom, olha como está!
E, quando fui pegá-lo para levá-lo para cabine de passe, ele olhou para mim como quem diz: desgraçado você vai me matar! O que você fez comigo; hoje você me mata!
Eu o levei para cabine e a pessoa que o levou ao Centro disse na entrevista que nos últimos dez anos foi a pior semana que ele havia passado. A semana que eu apliquei o passe...
Então, meu passe definitivamente fez mal. Nesse intervalo entre pegá-lo e levá-lo para a cabine eu disse: e agora? Eu não posso errar, porque se fez mal para esse cara, eu sei o quanto mal que foi, porque eu senti isso na pele e não posso errar. Mas onde foi que eu errei? E na hora me lembrei exatamente da fadiga fluídica, foi o meu elo, a fadiga. e olha que coisa interessante, foi o primeiro assunto do livro “O Passe” do qual eu recebi severas críticas, tanto por escrito quanto pessoalmente. Teve pessoas que chegou para mim e disse: você está querendo espantar todos os passistas? Isso é falta de caridade e falta de respeito.
Fui muito criticado por ter tratado do assunto e justo aquele assunto aparece na minha tela mental. Será que é parecido com fadiga fluídica, a depressão? Será que os centros vitais não tem condição de receber fluidos? E foi o que fiz, comecei a aplicar dispersivos nele, tudo longitudinal porque não tinha certeza - e os longitudinais, por serem menos intensos, vou precisar fazer mais, só que o impacto vai ser menor. E fiz muitos longitudinais e no final fiz um tato magnético e descobri, pela primeira vez, que nele o centro esplênico era quem estava mais bagunçado, e experimentei os transversais no esplênico e alinhei bastante nos perpendiculares. Foi um passe bastante demorado para a época, porque naquele tempo os passes que eu aplicava chegava no máximo a 5 minutos, e naquela vez acho que passei de 20 minutos aplicando. Mas, fiquei na angústia porque esperei uma semana para saber se deu certo e uma semana depois ele entra do mesmo jeito, só que num dado momento ele pára e olha para os lados, e quando ele parou e olhou para os lados, eu disse: Epa! Já tem algo diferente. Ele andou mais um pouco, parou e olhou de novo. E eu disse: ele reagiu, porque ele não interagia, não agia e não reagia. Então aquele homem reagiu, ele estava querendo saber onde estava e aí na ocasião eu dei um grito, eu estava na porta da cabine de passe, que como eu tinha saído da depressão três semanas antes as pessoas achavam que eu estava meio louco ainda, e aí eu tô lá no Centro Espírita e dou um grito, e o pessoal correu para cima de mim perguntando o que houve, se estava sentindo alguma coisa. Eu respondi: não é nada. Eu fiquei feliz quando vi que aquele homem reagiu, para mim eleme proporcionou um nível de felicidade lá em cima.
E na entrevista ele disse: nos últimos 10 anos foi a melhor semana que ele já passou. Então o erro ficou visível ali, era um erro prático, de técnica básica, ele não podia receber concentrado igual a um paciente de fadiga. E como eu já tinha pacientes de fadiga que já tinham saído de fadigas gravíssimas, inclusive com as mãos todas deformadas, já sem conseguir movimentar dedos de tanta artrose, de tanta coisa, e essas pessoas rapidamente ficaram boas, eu sabia que o caminho era aquele.
E, quando ele veio na terceira sessão, quando ele olhou pra mim, ele ainda não falava, ele olhou como quem diz: olha! É como o último,viu?? Não aplica o primeiro não! E, daí pra frente foi um progresso vertiginoso.
A partir de então eu comecei a experimentar, tanto que fomos experimentando que quando a gente chega no nível 3, a gente usa uma das técnicas dispersivas das mais eficientes que são os perpendiculares. Porque no nível 3 o paciente já está tecnicamente bom, então ele suporta que você faça grandes movimentações fluídicas nele, e um paciente com depressão profunda se você mexe muito rápido, ele se sente muito mal, não depois, mas na hora do passe; é algo angustiante. Porque a medida que você vai dispersando é muito comum a narrativa do paciente dizer: é como se você estivesse tirando meu ar. Você está tirando um peso, mas está levando meus pulmões junto. Então, se você começa fazer muitos transversais isso fica pior, então faz-se longitudinais que está dispersando de uma forma mais lenta e ao mesmo tempo está colocando todos os centros num alinhamento e força um pouco mais no esplênico. Já tivemos pacientes que tivemos que diminuir os dispersivos transversais no esplênico, tivemos que fazer longitudinais no esplênico, porque o paciente relatava mal-estar muito violento, talvez uma descompensação muito grave ou umamovimentação muito forte, em alguns casos não convém fazer os transversais.
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