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terça-feira, 15 de maio de 2012

Centros de Força – 2.ª Parte



CANAL DOS IMPULSOS ESPIRITUAIS
Sendo o Espírito a fonte da inteligência e dos sentimentos, fica claro que dele é que partem todos os impulsos capazes de movimentar o perispírito e o corpo físico, de vibrações mais lentas, mais aptos, portanto, para a interrelação com os campos mais densos. Os impulsos espirituais (vontades, percepções, sentimentos, emoções, pensamentos, etc.) em forma de energia, atingem e influem no organismo físico tendo como intermediário o psicossoma. O inverso também é verdadeiro, ou seja, toda a influência externa captada pelos sentidos físicos, chegam ao Espírito utilizando o perispírito como meio de acesso. Este, por sua vez, envia a energia vinda dos campos espirituais para o campo mais denso e recebe deste a influência, utilizando os centros de força (especialmente o coronário) como processadores da energia eletromagnética nas suas idas e vindas de um campo a outro a fim de adaptá-la ao meio no qual terá que penetrar – conforme esquema abaixo.

O centro coronariano, por sua vez, tem a sua ligação com a glândula pineal, considerada glândula da vida mental, que coordena e estimula o funcionamento de todo o aparelhamento físico através dos implementos cerebrais.
Ainda dentro desta função, os centros de força funcionam como intermediários do processo de bio-plasmagem exercido pelo perispírito para com as células físicas, impondo-lhes, por ascendência vibratória e por consistir no automatismo provindo da fonte espiritual, formas e funções específicas dentro do organismo físico. Isto é conseguido tendo os centros vitais como canal da informação orientativa provinda dos campos mais sutis do perispírito, que por sua vez recebe a injunção do Ser Espiritual, apesar de que este processo também deva acontecer, apesar do menor vigor, através da ligação de cada célula do corpo físico - que também são micro centros vitais - com o psicossoma.
Neste ponto, faremos uma citação do livro Correlações Espírito-Matéria onde o médico e estudioso espírita Jorge Andréa lança uma hipótese dedutiva a respeito de como e onde a energia perispiritual aportaria na matéria.
“Emitimos a possibilidade de que, nos centros nervosos, particularmente na célula nervosa, a energética espiritual vinda do centro (Espírito) espraia-se de modo bem característico. Sendo o núcleo da célula eletronegativo, este é o ponto por onde a corrente centrífuga positiva deve aportar eprocurar difundir-se. A região nuclear mais apropriada à canalização das energias vindas da zona inconsciente (Espírito), seria o nucléolo; daí, as energias se espalhariam por todo núcleo, particularmente, nos cromossomos, sofrendo profunda elaboração nos genes, atravessando a membrana nuclear, e a maioria dos feixes energéticos iriam em busca do centro celular (eletropositividade) que deverá ser a zona difusora da energia vital para todo o corpo da célula.
“Alguns feixes energéticos da zona cromossômica devem passar diretamente para o corpo da célula, sem tocarem no centro celular, estação distribuidora por excelência; assim, passando diretamente sem maior controle, pela intensidade e concentração desses excessos energéticos, determinariam a formação, no citoplasma celular, de pequenas unidades-cargas, núcleos de energia concentrada a serem utilizados pela célula na medida de suas necessidades. Estas unidades-cargas seriam representadas pelos mitocôndrios das células. “Os feixes que atravessariam a membrana nuclear, e devidamente canalizados para o centro-celular, por atração e afinidade, penetrariam o centríolo, onde sofreriam novas filtragens adaptativas e, pelos filamentos asterianos, encaminhar-se-iam para o citoplasma da célula nervosa atingindo os vórtices atômicos dos corpúsculos de Nissl. Nesses vórtices, a energia da corrente centrífuga seria totalmente absorvida e novas vibrações, de características diferentes, surgiriam e se lançariam nas neurofibrilas da célula com consequente distribuição pela cadeia nervosa, sob forma do conhecido impulso nervoso. A passagem deste influxo nervoso nas neurofibrilas não seria totalmente livre, porquanto, a rede dos dictossomos ou aparelho de Golgi, pelo seu aspecto, seria um campo de controle e regulação da força distributiva da corrente já transformada em influxo nervoso.”

Mais adiante, o escritor amplia os conceitos: “Pela disposição do cromossomo, o gene encontraria seguro apoio e boas condições projetivas de seus impulsos nas telas físicas. Este ponto ou região de projeção dos genes no ADN cromossômico representaria o momento em que o perispiritual demarcaria a zona física, especificamente na unidade atômica por intermédio de seus mésons, partícula que se caracteriza por sua fácil circulação nos campos do gene (terminações do perispírito – dimensão perispiritual) e campo do ADN (cromossomo físico –dimensão física). No “espaço” entre os mésons, o de característica perispiritual e o de característica física, haveria o intercâmbio entre as suas respectivas telas, onde a dimensão perispiritual se transformaria na de característica física.”
Complementando o exposto, os mésons são partículas de peso mediano (daí o termo) que fazem parte do núcleo atômico juntamente com uma infinidade de outras partículas como os prótons (partículas positivas) e os nêutrons (partículas de carga neutra). Os mésons servem assim de intermediários entre os dois mantendo a coesão do núcleo do átomo.
Assim, entendemos que a energia apreendida pelos centros de força e enviada em direção à matéria, sofreria um processo de adensamento pelo próprio centro de força transformando-a em substância que possa ser reconhecida pelo meio material. No campo físico, ela seria assimilada no âmbito da célula e mais especificamente através da estrutura atômica nuclear utilizando-se da partícula méson como conector propício, por situar-se em zona limítrofe entre perispírito e corpo físico.
(Continua...)
                                                                              Adilson Mota Revisado por Jacob Melo
Leia a continuação da matéria aqui:

Centros de Força – última parte

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