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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Centros de Força – 1.ª Parte



                                                                                                                               
Os centros de força ou centros vitais são conhecidos desde a antiguidade, principalmente na cultura oriental, sob o nome de chakras, palavra de origem sânscrita, significando “roda”.
 Os centros de força são vórtices energéticos, espécie de “redemoinhos”, que giram de forma contínua em sentido horário além de promoverem um movimento oscilatório em sentido perpendicular ao corpo, tendo basicamente a função de expelir ou captar a energia vital necessária à manutenção vital do ser humano.
Encontram-se localizados nos limites mais densos do corpo psicossomático servindo de processador e via de acesso da energia que circula deste para o corpo físico e vice-versa.  Serve ainda como filtro da energia vital circulante e distribuidor desta mesma energia, entre diversas outras funções, ainda desconhecidas para nós.
A movimentação e o estado dos centros de força podem ser constatados através do uso do tato magnético, forma de se “visualizar” e diagnosticar a situação energético-vital de alguém através das sensações percebidas nas mãos ou até braços do operador. Este recurso era bastante utilizado pelos magnetizadores do passado sendo pouco utilizado pelos passistas espíritas. Porém, sendo bem desenvolvido e bem analisadas as sensações captadas através dele, pode ser um importante e seguro instrumento anímico para a detecção das desarmonias e deficiências dos pacientes, bem como pode revelar inúmeras informações sobre as condições energéticas dos mesmos. A movimentação do centro de força pode ser constatada também através das sensações percebidas pelo passista em si mesmo, desde que se encontre atento a isto, e que serão muito mais ricas quanto mais experiência este tiver. As sensações serão diferenciadas de acordo com o centro de força em atuação e o grau de sensibilidade do passista. 
Os centros de força estão localizados em diversas partes do perispírito podendo ser classificados como principais, secundários, terciários, etc, a depender da importância da tarefa realizada por cada um.
 Geralmente, são considerados como principais os sete centros de força seguintes: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, gástrico, esplênico e genésico (ver figura acima).
Apesar de, normalmente, não exercerem funções principais, consideramos como de grande importância mais dois centros: o umeral, situado no final da coluna cervical e o básico ou coccígeo, localizado na coluna sacrococcígea, na região perineal.
 Vamos analisar algumas das atribuições dos centros de força.
EMISSOR DE ENERGIA VITAL
Nós emitimos a nossa energia em diversas situações:
a) quando estamos aplicando um passe: diante da vontade do passista em fazer doação de suas energias para alguém, os seus centros de força tomam naturalmente uma posição ativa e iniciam o processamento das energias, adaptando-as ou colocando-as em condições de serem transmitidas, ou seja, preparando-as para que sirvam à finalidade almejada: no caso, a cura. Os centros de força então, através de uma impulsão que podemos chamar de força ou componente centrífuga, emitem a energia.
 Pode acontecer, por inexperiência, que a energia não seja emitida com equilíbrio em relação à potência e quantidade, necessitando de prática para que o passista consiga o controle da energia emitida a fim de não vir a sofrer consequências danosas devido a uma doação excessiva, bem como o paciente, pelo mesmo motivo, não venha  a passar mal ou a sentir certos desconfortos.
b) de forma natural e involuntária: qualquer indivíduo pode, inconscientemente, ter os seus centros de força trabalhando por processar a energia vital preparando-a para emissão. Não conseguindo emiti-las de forma satisfatória, ficam os fluidos estacionados naqueles, causando dificuldades no fluxo de energia do interior para o exterior, já que a sua entrada encontra-se como que vedada por acúmulo fluídico.
c)   nas trocas de energia com o ambiente: permutamos energia com o ambiente e com outras pessoas, constantemente. Pode-se comprová-lo quando, muitas vezes, após uma rápida conversa com algum conhecido, o mesmo diz que se sentiu bastante leve tendo conversado conosco. De outras vezes acontece o contrário: sentimo-nos “pesados” ou angustiados, depois de um breve encontro ou mesmo de um aperto de mão com alguém. Houve uma troca de energética onde assimilamos a energia que o outro emitiu e a depender do nosso padrão energético no momento, por uma questão de sensibilidade fluídica, iremos nos sentir bem ou mal, de acordo com a compatibilidade existente entre os fluidos do doador e do receptor, mesmo que os fluidos não sejam “maus”. Também pode ocorrer mal estar ou certos desconfortos, devido ao processo que nós espíritas chamamos de sintonia.
d) eliminação de resíduos energéticos: seja nos processos de metabolização, básico seja de assimilação da energia vital nos diversos departamentos dos nossos organismos físico e perispiritual, sempre podem sobrar resíduos fluídicos. A depender da localização destes fluidos, eles poderão, caso estejam a nível físico, ser eliminados através dos processos como suor, expiração, fezes, urina, ou pelos centros de força, se os fluidos estiverem situados a nível perispiritual. Muitas vezes acontece que os fluidos residuais não são eliminados de forma satisfatória, devido a alguma desarmonia nos centros de força, causando acúmulos desagradáveis nas adjacências dos mesmos ou ainda no interior do organismo fisiopsicossomático.

A doação de energia através do passe é importante - apesar desta ser apenas uma das muitas facetas do trabalho de cura pelo passe - pois através dela podemos suprir as necessidades fluídicas do outro, seja por causa da carência de energia vital, seja por desqualificação da mesma. Podemos citar um exemplo: quando estamos resfriados, nosso organismo, graças à presença nele da energia vital, pode suprir as suas necessidades fisiológicas e providenciar o seu pleno restabelecimento apesar de que com a ajuda de um medicamento, poderia ser mais rápida a recuperação da saúde.

Se este medicamento for o suprimento energético do passista, haverá o reforço de energia desejado para o restabelecimento do organismo, bem como a inoculação de energia mais harmônica, propiciará a renovação das energias doentias do paciente, seja por substituição, seja por transformação.
Continua....
                                                                                        Adilson Mota Revisado por Jacob Melo
Leia a continuação da matéria aqui:
Centros de Força – 2.ª Parte
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