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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O QUE CONCORRE PARA UMA BOA OU MÁ RELAÇÃO FLUÍDICA ENTRE MAGNETIZADOR E MAGNETIZADO?


O QUE CONCORRE PARA UMA BOA OU MÁ RELAÇÃO FLUÍDICA ENTRE MAGNETIZADOR E MAGNETIZADO?
Para pessoas que já se acostumaram com os termos e usos do Magnetismo, a questão da simpatia ou da antipatia fluídica é facilmente entendida, mas como nem todos temos afinidade com a terminologia atualmente em uso, preciso reportar-me a esse detalhe.
A simpatia fluídica entre duas pessoas se dá quando ambas, mesmo sem se conhecerem ou sequer jamais terem se cruzado na vida, sentem afinidade entre si, não importando sexo, idade, cor ou crenças.
Já a antipatia é algo que se sente e se percebe entre seres que até podem se conhecer e terem relações próximas ou íntimas, mas sobre as quais parece vigorar uma forte necessidade de distanciamento.
A questão 387 de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, nos arremete a um fato considerável; questionou ele: A simpatia tem sempre por princípio um anterior conhecimento?
Os espíritos responderam : “Não. Dois espíritos, que se ligam bem naturalmente se procuram um ao outro, sem que se tenham conhecido como homens”.
Significa dizer que existem causas que não estão presas a um conhecimento prévio de um pelo outro. E isso também se faz sentir no caso das antipatias, pois na questão 390 do mesmo livro ele pergunta:
A antipatia instintiva (entre dois seres) é sempre sinal de natureza má?
Eis a resposta: “De não simpatizarem um com o outro, não se segue que dois Espíritos sejam necessariamente maus.
A antipatia, entre eles, pode derivar de diversidade no modo de pensar. À proporção irá desaparecendo e a antipatia deixará de existir”.
Daí fica perceptível de que “o Pensar” deve gerar “campos” onde se estabelecem dificuldades de relacionamento. Como essas antipatias, em muitos casos, independem de uma aproximação ou constância nos relacionamentos (portanto eles podem se identificar antipáticos mesmo sem se falarem e/ou expressarem seus pensamentos), parece fácil deduzir-se que serão os campos energéticos, magnéticos portanto, que se “reconhecerão” e, a partir daí, se refratarão, no caso dos antipáticos, ou se atrairão, na situação dos simpáticos.
Tudo isso parece ficar ainda mais evidente na questão 388:
Os encontros, que costumam dar-se, de algumas pessoas e que comumente se atribuem ao acaso, não serão efeito de uma certa relação de simpatia?
E aqui está uma das chaves do “mistério”: “entre os seres pensantes há ligação que ainda não conheceis. O magnetismo é o piloto desta ciência, que mais tarde compreendereis melhor”.
A falta que o conhecimento do Magnetismo tem feito é algo profundamente inquietante. Pois que as antipatias ou dificuldades que sentimos junto a certas pessoas, na maioria das vezes creditamos apenas a processos reencarnatórios, sem nos darmos contas de que existem discrepâncias muito relevantes entre os campos fluídicos das criaturas; por efeito contrário se dão as simpatias.
Chegando ao âmago da questão inicial, a maior dificuldade que existe entre magnetizadores e magnetizados se dá, em primeiro plano, às frequências em que cada ser vibra;  se estas são discordantes é de se esperar por uma antipatia magnética; se são concordantes, logicamente tudo concorrerá para uma boa relação fluídica.
Outro motivo está em fatores como vontade e má-vontade; fé e repúdio; desejo de ajudar e desejo de fugir.
Esses fatores, bem se avalia, guardam referências entre os pares da relação.
Por fim, urge saber o essencial: e como diminuir os inconvenientes das antipatias magnéticas?
Além de uma mente voltada ao bem, um desejo sincero de servir e ser servido e boas referências ético-morais para se fazer as convergências no fator “pensamento”, o uso de dispersivos gerais, em todos os níveis, atenuam sobremaneira esses desconfortos, permitindo se produzam grandiosos resultados positivos.


JORNAL VÓRTICE Nº 51 AGOSTO 2012
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