Seja Bem Vindo ao Estudo do Magnetismo

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segunda-feira, 25 de junho de 2012

TIPOS DE PASSES (PERPENDICULARES)


PERPENDICULARES
COMO USAR
Técnicas mais voltadas para uso de longo curso (da cabeça aos pés ou, no mínimo, que envolva os sete centros vitais principais do paciente), os perpendiculares solicitam que o paciente e o passista estejam de pé, um formando um ângulo de 90º em  relação ao outro, pois o passista irá passar as mãos, simultânea e concomitantemente, uma pela frente e outra por trás do paciente. A passagem das mãos normalmente se dará de forma rápida e a uma distância pequena. Quando as mãos tiverem percorrido todo o percurso previsto, o passista fechará as mesmas, afastando-as do corpo do paciente e só reabrindo-as quando tiver retornado ao ponto onde irá reiniciar nova passagem.
COMO FUNCIONAM
Os perpendiculares serão dispersivos ativantes gerais. Seu poder de dispersão geral (de grande curso) é muito grande e, por isso mesmo, os magnetizadores clássicos os usavam com frequência, especialmente quando o paciente tinha dificuldade para se equilibrar ou retornar ao domínio de si mesmo após as longas sessões de magnetismo a que era submetido. Entretanto os perpendiculares poderão ser usados como concentradores ativantes (passando-se as mãos de forma lenta e próxima) e, nalguns casos, como concentradores ou dispersivos calmantes, gerais (de grande curso), só que nem sempre esse método é totalmente feliz com os calmantes por causa da necessidade de distância que as mãos deverão assumir em relação ao corpo do paciente. Uma nota interessante é que os perpendiculares indicam haver uma importante referência nas costas do paciente. Notemos que se passarmos as mãos só pela frente ou só por trás, na forma de "grande curso", os resultados serão praticamente idênticos, mas quando passamos uma mão pela frente e outra por trás, como os perpendiculares indicam, a potencialização dos dispersivos crescem sobremaneira. Quem sabe se a presença do umeral não seja a responsável por essa mudança.
PARA QUE SERVEM
Para ordenar os centros vitais, todos em relação a todos;  para tratar a psi-sensibilidade; para auxiliar em problemas motores e psíquicos; para aliviar depressões. Psi-sensibilidade é uma espécie de sensibilidade anímica, psíquica, muito sutil, que está além da sensibilidade física. Para o paciente, é uma zona sutil de registro sensório devido às mudanças fluídicas ocorridas em seu cosmo fluídico. Embora essas mudanças,  quando incômodas, sejam localizadas, costumam ser de difícil definição. Traduzindo informações peculiares ao padrão fluídico em que o paciente vibra ou como foi induzido a vibrar, normalmente o paciente acusa-a referindo-se a tonturas, dores de cabeça, turvamento da visão, enjoos e ânsias, um certo ouriçar da epiderme, além de outros mal-estares indefinidos.
EM QUE SÃO MAIS EFICAZ
No alinhamento dos centros vitais e no equilíbrio geral do sistema nervoso e da corrente sanguínea.
FONTE: CURE-SE E CURE PELOS PASSES
 JACOB MELO - Edição 2008

Veja o vídeo abaixo:
http://www.youtube.com/watch?v=9RtPHNGVN0c&feature=plcp


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