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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

ÁGUA FLUIDIFICADA


ÁGUA FLUIDIFICADA
João Francisco
Recentemente, me surpreendi com a afirmação de um Espírita, o qual dizia: “Não bebo água fluidificada porque não está escrito em nenhum lugar que ela é curadora”.
Rápidas anotações nos indicam o contrário. Senão vejamos. Léon Denis, sábio apóstolo do Espiritismo e discípulo eminente de Allan Kardec, no seu livro "No Invisível", editado pela FEB - capítulo XX, página 307 - referindo-se à ação dos Espíritos sobre a matéria, relata: "... No domínio terrestre, essa ação já se revela nas práticas do Magnetismo. O homem, dotado do poder de curar, transmite, pela vontade, aos eflúvios que dele emanam e, por extensão, à água e a certos objetos materiais, como panos, metais, etc., propriedades curativas".
Parece claro e explícito que a transfusão de propriedades curativas transmitidas à água, pela ação da vontade do homem, através do magnetismo, atende ao que aquele espírita questionava.
Allan Kardec, no livro “A Gênese”, capítulo XV, item 25, ao se referir à cura do cego, nos fala que "... as mais insignificantes substâncias, como a água, podem adquirir qualidades poderosas e efetivas sob a ação do fluido espiritual ou magnético ao qual elas servem de veículo, ou se quiserem, de reservatório".
Ainda Allan Kardec, no Livro dos Médiuns, capítulo VIII, “Do laboratório do Mundo Invisível”, item 131, tratando da ação magnética dirigida pela vontade, nos diz: “... Esta teoria nos fornece a solução de um fato bem conhecido em magnetismo, mas inexplicado até hoje: o da mudança das propriedades da água, por obra da vontade. O Espírito atuante é o do magnetizador, quase sempre assistido por outro Espírito. Ele opera uma transmutação por meio do fluido magnético que, como atrás dissemos, é a substância que mais se aproxima da matéria cósmica, ou elemento universal.
Ora, desde que ele pode operar uma modificação nas propriedades da água, pode também produzir um fenômeno análogo com os fluidos do organismo, donde o efeito curativo da ação magnética, convenientemente dirigida”.
Não é meu intuito ficar fazendo colagem de citações, mas não posso deixar de apresentar algumas muito relevantes a fim de que sejam buscadas por eventuais interessados. Abaixo, portanto, algumas extraídas das obras de Allan Kardec, onde se destacam referências à ação do fluido magnético na água: Revista Espírita, de agosto de 1859, no artigo “O guia da senhora Mally” na questão 25, feita a São Luiz; Revista Espírita de junho/agosto de 1868, com o artigo: “A mediunidade no copo d’água”; O Livro dos Espíritos, questão 33 e a nota no rodapé da página. No Novo Testamento, Mateus 10:42, está escrito: “E qualquer que tiver dado só que seja um copo d’água fria por ser meu discípulo, em verdade vos digo que, de modo algum, perderá o seu galardão”. Quando Jesus se referiu ao copo de água fria, em seu nome, não se reportava apenas à compaixão rotineira que sacia a sede comum. Jesus falava de valores espirituais mais profundos. A água, um dos corpos mais simples e receptivos da Terra, capaz de sofrer modificações, por força da vontade magnética direcionada pelo homem e potencializada, através dos Espíritos que vêm em nosso auxílio, fica impregnada de recursos substanciais de assistência ao corpo e à alma.
Ao dar um copo de água a alguém, direcione a ela sua vontade de ajudar a quem vai bebê-la, impregnando-a de fluidos magnéticos que vão aliviá-lo e até curá-lo de todos seus males e suas dores. Do mesmo modo, ao fazeres o Culto do Evangelho no Lar, faça imposição de mãos sobre a água ali colocada e direcione a ela sua vontade de magnetizá-la, pedindo auxílio ao Plano Divino, para que todos os presentes que a sorverem recebam os fluidos curadores.
Agindo assim estaremos consagrando o sublime ensinamento de nosso Mestre Jesus, quando se referia ao copo de água, doado em nome de sua memória.
Por fim, a melhor de todas as evidências do poder da magnetização da água não está no que está escrito, mas nas reações felizes e "quase mágicas" que se percebe em quem, de forma respeitosa e séria, lhe faz uso.
Jornal Vortice ANO III, n.º 01, junho/2010    
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