Seja Bem Vindo ao Estudo do Magnetismo

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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Conversando sobre Magnetismo I


REVIVENDO OS CLÁSSICOS
Conversando sobre Magnetismo  I
Preliminares de um tratamento magnético
Nos casos em que se tratar de uma doença aguda, não há tempo a perder, há urgência, é preciso começar em seguida o tratamento magnético.
Nas doenças ordinárias, ditas crônicas, você deve ver seu paciente uma ou duas vezes antes de começar seu tratamento. Você deve conversar com ele, fazer nascer no espírito dele a esperança de cura de seu mal e que talvez você encontre a maneira de curá-lo. É preciso lhe perguntar os detalhes sobre suas dores, como elas começaram, quais foram os tratamentos seguidos e os diversos acidentes ocorridos durante sua aplicação.
Você deve se assegurar de qual órgão está doente e a intensidade dos distúrbios que irá combater. É preciso indicar ao doente, tanto quanto seus conhecimentos lhe permitirem, as diversas mudanças que o magnetismo deve trazer sucessivamente. Acalme a alma do doente, pois nele, frequentemente, tudo parece como um mar agitado e o magnetismo age tão mais no espírito do doente quanto menos ele se ocupe de sua doença.
Apesar de ser absolutamente desnecessário que aquele a quem você quer curar creia no magnetismo, é preciso se esforçar, docemente, habilmente, para trazê-lo a este sentimento. O magnetismo parece exigir isto. Os antigos estavam convencidos. Eles diziam que para ter êxito nestas operações se fazia necessário um consentimento mútuo dos espíritos e dos corações.
Quando tiver fixado os horários do tratamento, é preciso haver uma escrupulosa exatidão: o vazio vital que se produziu espera seu retorno para ser preenchido e se você se atrasa, o sofrimento começa. Existe aqui um laço bem misterioso: os magnetizadores experientes sentem em si mesmos algo que os incita e os chama a completar o que, é preciso dizer, é um dever. Os animais, afastados de seus filhotes, são levados por um irresistível instinto a se reaproximar quando chega a hora do aleitamento. Tudo parece ser atração ou repulsão na natureza: as antipatias e as simpatias, enigmas para a ciência, são o produto de uma lei oculta a qual obedecem todos os seres. Existem as correntes que reparam e aquelas que destroem.
O médico honesto e convicto de sua arte age moralmente sobre seus doentes, mas o magnetizador, tendo a fé, exerce duplo domínio: sua ação é física e psíquica. Esta dupla ação é necessária e quando ela ocorre, ele é bem sucedido. O magnetizador não oferece drogas; ele move os recursos escondidos na alma e no corpo. Sua presença mesmo quando lhe inspiraria maior confiança, determinaria apenas movimentos incertos em seu efeito sobre a doença.
Mas ele tem mais do que o médico, ele tem este agente precioso, o magnetismo que triunfa sobre a moléstia quando penetra com profundidade nos órgãos.
Assim é preciso que o magnetizador ganhe, de início, a confiança daquele a quem quer curar.
Nada nesta prática deve ser simulado; os doentes tem um senso perfeito e descobrem na linguagem o que é banal e o que é sentido, o que parece partir de ideias ultrapassadas e de bocas convencidas. Logo idéias, palavras, repercutem um no outro: o magnetizador sente nele o que se passa fisicamente e moralmente com seu enfermo e este, por sua vez, experimenta o efeito poderoso deste jogo duplo: mas porque é assim, é preciso que a magnetização seja séria. Não se trata somente de mover o rosto, fazer rápidos movimentos de mãos. Tudo no corpo do magnetizador deve prestar concurso neste grande ato.
Sem estas condições, toda a magnetização é imperfeita. Não que não se possa jamais curar sem atendê-las, os exemplos estão aí para nos provar o contrário, mas as coisas difíceis não se fazem sem elas. Nem todas as doenças cedem aos primeiros esforços. O Magnetismo já é uma grande arte; quem o conhece pode mostrar sua superioridade à igual potência, pois ele fará bem mais do que aquele que ignora seus segredos.
Não é comendo demais e bebendo vinhos generosamente que se adquire a força magnética.
O contrário é mais verdadeiro. Vida sempre sóbria, espírito sempre livre. As forças são desviadas de seu curso regular e empregadas em outro lugar. O que permanece carece de direção. Elas são viciadas em vez de serem puras. Instintivamente os magnetizadores sentem que é assim. Eles procuram endireitar em si os traços de intemperança e lembram o objetivo ao qual se propõem atingir.
Um magnetizador deve ser alerta e vigilante. Ele deve procurar constantemente fazer predominar em si os fluidos sobre os sólidos; eles se derramam sobre sua organização nervosa, que deve estar sempre pronta. Quem nada tem nada pode dar e o pobre está mal quando se dirige a um homem de bolsos vazios.

Este é mais um artigo extraído do Journal du Magnétisme do Barão duPotet, traduzido do francês por Lizarbe Gomes - Pelotas/RS.
- A partir desse dia, tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras.
- O Universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade.
Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças.
Uma repórter, ironicamente, questionou: - O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio de bom humor: - Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas!

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