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terça-feira, 24 de julho de 2012

AIDS-Terapia pelo Magnetismo (Vídeo Também)



AIDS-Terapia pelo Magnetismo


ANDRÉA GUINANCIO
Nascida no Rio de Janeiro, casada, técnica de enfermagem pela Cruz Vermelha Brasileira, iniciou na doutrina espírita em 2002. Integra a equipe do LEAN, em Parnamirim/RN desde 2010, onde participa do estudo e da prática do magnetismo e da evangelização infanto-juvenil.








Andréa Guinancio apresentou dois casos de tratamento magnético em pacientes com AIDS.
Relato do 1.º caso:
Paciente do sexo masculino com 55 anos. Procurou o tratamento magnético em 24 de novembro de 2010, apresentando pro funda depressão iniciada 02 meses após receber o diagnóstico de que era soropositivo.
Faz tratamento psiquiátrico e psicológico.
Seu tratamento magnético foi iniciado através do TDM-1 (Tratamento da Depressão pelo Magnetismo -nível 1), havendo poucas mudanças no estado do paciente após 04 meses.
A partir daí Andréa assumiu o tratamento do paciente. Deixemos que ela mesma faça o relato:
"Nesse período comecei a estudar sobre a doença (AIDS), especialmente sobre o linfócito CD4.
Como o paciente estava no TDM-1, não poderia trabalhar com concentrados; então comecei a fazer dispersivos transversais ativantes e calmantes com muita intensidade no sistema imunológico (amígdalas, gânglios linfáticos cervicais, gânglios linfáticos axilares, timo, baço, placas de Peyer, apêndice, gânglios linfáticos inguinais e medula óssea).
Também trabalhei no sistema endócrino (hipófise, hipotálamo, tireoide e paratireoide, suprarrenais, pâncreas e testículos)."
Justifica Andréa o porquê de focar o tratamento nestes dois sistemas:
"No sistema imunológico, durante os dispersivos transversais, eu concentrava meus pensamentos nas células de defesa do organismo (leucócitos), na medula óssea e na maturação dos linfócitos CD4 no timo.
No sistema endócrino, quando fazia dispersivos transversais, sentia uma desarmonia no frontal do paciente na altura da hipófise, na tireoide e também uma grande desarmonia no centro de força genésico."
Após 02 meses com esta técnica, os resultados começaram a aparecer: o paciente estava tranquilo, ganhou peso, dormia bem e relatou que o médico ficou surpreso com seus exames e seus estados clínico e emocional. Retirou gradualmente a medicação antidepressiva e recebeu alta da psicóloga. Modificou algumas medicações ingeridas para combater a doença (antirretrovirais).
Atualmente o paciente se encontra recebendo o TDM-2 e reagindo positivamente, tendo que fazer algumas mudanças de hábitos, como uso de bebidas e cigarros durante o tratamento, presença em festas desregradas e companhias nocivas que o deixavam com uma sensação de abandono, solidão e falta de apoio.
Tem recebido 03 passes semanais, sendo um no LEAN -Lar Espírita Alvorada Nova - e dois na sua residência.
Como pode ser visto no exame abaixo, a carga viral desceu ao limite mínimo a partir de novembro de 2010.

Relato do 2.º Caso:
O segundo paciente também é do sexo masculino e tem 30 anos de idade. Iniciou o tratamento magnético em junho de 2011 por conta de uma mielite (inflamação na medula). Graças a esta, perdeu a visão do olho esquerdo e 80% do direito, além de sofrer prejuízos no olfato, na audição e nos movimentos do braço e perna esquerda. Além disto, é soropositivo, sentindo muitos enjoos à refeição e falta de apetite.
No início do tratamento eram aplicados passes transversais nos centros de força frontal, esplênico e gástrico, além de longitudinais ativantes e calmantes. O passe era completado com um rápido TDM-1 e perpendiculares ativantes e calmantes.
Com a continuidade do tratamento, disse Andréa, "trabalhava o sistema imunológico (células de defesa) com concentrados nos locais anatômicos, especialmente no timo, com imposições, circulares (palmares e digitais), dispersivos transversais e longitudinais, ativantes e calmantes.
No aparelho digestivo fazia concentrados mentalizando uma espécie de capa protetora em todo o trajeto do alimento devido aos relatos de ânsias e enjoos durante alimentação, alternando com dispersivos transversais e longitudinais ativantes e calmantes.
No cerebelo, fazia concentrados e imposições levando os fluidos para toda medula espinhal. A seguir dispersava com transversais ativantes e calmantes.
No sistema nervoso periférico concentrava levando os fluidos para o braço e perna esquerda.
No sistema nervoso central dispersava com transversais ativantes e calmantes e harmonizava com longitudinais ativantes e calmantes no centro de força frontal."

CONCLUSÃO:
"Hoje é visível uma melhora significativa no seu quadro clínico geral, bem como no emocional. Não sente mais enjoos e está se alimentando bem melhor. Durante o tratamento houve relato de uma gripe com muita secreção pulmonar, sinusite e amigdalite, com duração aproximada de uma semana. Ele saiu desse quadro sem tomar medicações e sem sofrer internamentos. Taxas de linfócitos CD4 aumentaram. Sua carga viral está estabilizada. Não apresenta anemia profunda. Dorme bem. Tem mais disposição para suas atividades de estudos e vida social. A visão apresenta rápidos flashes. Braço e perna esquerda não apresentam mudanças."

A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS) é uma doença provocada por um vírus: o HIV. Essa doença reduz progressivamente a eficácia do sistema imunológico e deixa o portador vulnerável a infecções oportunistas e tumores. Mais facilmente contamina indivíduos com comportamento de risco.
Há três maneiras bem definidas de contágio: A. Em atos sexuais, com penetração e sem o uso de proteção, pelo contato com esperma e/ou secreção vaginal contaminados; B. Contato com sangue contaminado através de transfusão, compartilhamento de seringas e agulhas, muito comum entre usuários de drogas injetáveis; C. Da mãe (contaminada) para a criança em formação, durante a gestação, o parto e o aleitamento.
Embora os tratamentos para AIDS possam retardar o curso da doença, ainda não existe nenhuma cura ou vacinas.


ARTRITE REUMATOIDE JUVENIL  

Doença inflamatória crônica, de causa desconhecida, que pode levar a sequelas e limitações funcionais.Sua principal característica é a inflamação articular persistente. Pode haver acometimento de órgãos como: pele, fígado, baço, olhos (canal lacrimal), glândulas salivares, coração e pulmões. Sintomas comuns: febre, dores nas articulações, rigidez matinal, inchaço, vermelhidão. É uma doença autoimune, genética, tem associação com o tabagismo, ocorre em todas as raças, acomete todas as idades e é mais frequente nas mulheres.

Este caso, também apresentado por Andréa Guinancio, emocionou o público pelos resultados obtidos. Em abril de 2010 a paciente procurou o tratamento magnético. Estava com 27 anos. Cadeirante com dificuldades de locomoção, furúnculos crônicos e dores nas articulações. Artroplastia total de joelho bilateral e de quadril bilateral (interferência cirúrgica efetuada numa articulação para restaurar o máximo possível da mobilidade e da função).
TRATAMENTO:
Nas 03 primeiras semanas a paciente foi tratada com TDM-1. Na quarta semana foi encontrada desarmonia na região frontal do cérebro que se dirigia ao centro cerebral e entre os dois hemisférios. "Existiam pontos parecendo gânglios nervosos em desarmonia, os quais desciam para o tálamo e o hipotálamo e não entravam em sincronismo com o cerebelo". Foi providenciada, então, a harmonização dessas estruturas.
"No bulbo e na medula espinhal, descendo para o SNP, fez-se harmonização com longitudinais ativantes e calmantes. No pé direito da paciente eram realizados sopros quentes por 3 vezes e dispersivos transversais ativantes e calmantes, finalizando com imposições ativantes alternadas com transversais, finalizando com dispersivos gerais, alinhamento e harmonização."
Durante 4 meses a paciente apresentou melhoras na sua locomoção. Suas dores diminuíram por até 4 dias, mas voltavam durante a semana. Seus furúnculos continuavam inflamados e doloridos.
Os exames mostravam uma redução nas taxas de aspartato aminotransferase (TGO) de 242 para 112 UI.
Redução também na taxa de alanina (TGP): de 254 para 215 UI.
A partir do 4.º mês de tratamento, formou-se uma equipe de 04 magnetizadores que revezaram-se para aplicação dos passes na residência da paciente. Foram 03 semanas aplicando TDM-1 com discreta melhora das dores.
Durante 07 semanas foi aplicado, por Andréa, o sopro quente nas axilas, no cóccix e nos tornozelos. Os outros magnetizadores, cada um por sua vez, faziam concentrados ativantes nas articulações, alternando com dispersivos transversais e longitudinais. O último passista só fazia dispersivos (mini-TDM-1).
Foram aplicadas imposições no cerebelo, levando os fluidos para a medula espinhal e nervos espinhais.


"Os furúnculos das axilas fecharam e o do cóccix ficou bem cicatrizado. Parei de fazer o sopro nas axilas.
Diminuíram as dores e o edema.
Ela passou a se levantar sozinha da cama e da cadeira de rodas, e saía caminhando melhor dentro de casa."
As taxas de TGP e TGO voltaram a subir. "Observei melhor o fígado concentrando fluidos nele e fazendo todo o trajeto levando as toxinas para o intestino e bexiga (eliminação)."
Em exame de setembro de 2010 as taxas de TGP desceram para 160 U/L e a de TGO para 76 U/L.
"Repeti esse tratamento por 1 mês. A paciente relatou que durante um dos passes teve forte vontade de urinar. Sua urina ficou turva e com cor escura.
Depois disso ela repetiu os exames e suas taxas agora estavam bem melhores, mesmo sem tomar medicamentos."
"Os furúnculos reabriram. Voltou a sentir dores e dificuldades de se movimentar. Eu tinha parado de fazer o sopro.
Ela teve uma piora em seu quadro clínico. Aumentou a dosagem de corticoide."
Andréa passou, então, a aplicar o passe da seguinte forma:
"Em cada órgão do sistema imunológico fazia concentrados com circulares ativantes e calmantes.
Concentrava meus pensamentos e meus fluidos na maturação dos linfócitos, no timo e na timosina, que colabora na neutralização dos efeitos danosos do corticoide."
"Nas axilas e no cóccix voltei a fazer sopro quente, mas agora levando meus fluidos para todas as cama das da pele (epiderme, derme e hipoderme com todos os seus vasos sanguíneos)."
"Nas articulações fiz concentrados ativantes, imposições e sopro quente, mentalizando um anti-inflamatório em toda sua estrutura (cavidade articular, onde se encontra o líquido sinovial, que permite o deslizamento com o mínimo de atrito e desgastes, e a membrana sinovial que é encarregada da produção da sinóvia)."
Os resultados não tardaram a aparecer: grande melhora dos sintomas da artrite reumatoide e nos furúnculos."
No dia 07/07/11 a paciente relata dormência na perna esquerda (coxa), sem firmeza ao ficar em pé. Os médicos não sabiam a razão.
No tato magnético senti uma grande desarmonia no cerebelo e na medula espinhal (cervical). Repeti o tratamento, levando os fluidos do cerebelo para a medula espinhal."
Através de ressonância magnética foi diagnosticada hérnia de disco, artrose e compressão na medula espinhal, na altura da cervical. A cirurgia só foi realizada quando corrigido problema de estreitamento na traqueia.
"Fiz 3 sopros frios ativantes e calmantes no laríngeo, percorrendo toda sua traqueia. A seguir a paciente começou a vomitar (antes dos sopros era vivo e depois estava em coágulos). Logo depois a paciente consegue tomar suco gelado."
A cirurgia para a hérnia de disco foi realizada em fevereiro de 2012 com sucesso.


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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Sonambulismo a Redescoberta da Alma (Vídeo Também)


  
                                       Sonambulismo a Redescoberta da Alma

adilsonmota1@gmail.com

Inicialmente, Adilson Mota apresentou algumas obras em que o assunto "sonambulismo" é tratado, a começar por O Livro dos Espíritos, A Gênese e a Revista Espírita, de Allan Kardec; seguindo com Magnetismo Espiritual, de Michaelus; Magnetismo Curativo, de Alphonse Bué; As Vidas Sucessivas, de Albert de Rochas; Manual do Estudante Magnetizador, do Barão du Potet e A Memória e o Tempo, de Hermínio C. Miranda.
Desde os tempos antigos que as faculdades espirituais são conhecidas, dentre elas o sonambulismo. Segundo Paul Brunton, escritor inglês, os sacerdotes do Antigo Egito induziam magneticamente os novos discípulos ao estado de transe sonambúlico a fim de que eles experimentassem a vida da alma, fora do corpo. Depois retornavam à consciência com a certeza de que eram espíritos imortais o que lhes dava uma grande segurança para a continuação do aprendizado que sobreviria.
No século XVIII, Franz Anton Mesmer, com o advento do Magnetismo Animal, toma contato com o sonambulismo, não lhe concedendo muita atenção, visto que a sua missão era a comprovação das curas através do magnetismo e o convencimento da classe médica e científica da época. Seu discípulo, o Marquês de Puységur foi o primeiro a utilizar o sonambulismo como meio de diagnóstico das moléstias e de orientação para os tratamentos magnéticos. Em 1841, James Braid, inglês, convence-se dos fenômenos, ao acompanhar algumas demonstrações levadas a efeito pelo grande magnetizador Charles Lafontaine, desacreditando, porém, da existência do fluido, afirmando que tudo não passava de sugestão. Criou então a hipnose.
No século XIX surge o Espiritismo, e na primeira obra - O Livro dos Espíritos -Allan Kardec dedica um capítulo inteiro (cap. VIII da segunda parte) a falar sobre os fenômenos de emancipação da alma, dentre eles, o sonambulismo.
Adilson citou como objetivos de um trabalho espírita através do sonambulismo:
v  Estudos da psique - para conhecimento da alma humana; recurso para desenvolvimento da Psicologia.
v  Reencarnação - pesquisas sobre reencarnação através da regressão de memória com o sujet em estado sonambúlico.
v  Estudos do passado - para pesquisa de fatos históricos.
v  Contatos Espirituais - para orientações através da mediunidade sonambúlica.
v  Terapia regressiva - para tratamentos psicológicos.
v  Diagnósticos e orientações para tratamentos - para diagnosticar doenças e desarmonias orgânicas, emocionais, energéticas, perispirituais, espirituais; para receber orientações anímicas ou mediúnicas a respeito dos tratamentos.
Em seguida, foram apresentados três vídeos da reunião sonambúlica realizada no Instituto Espírita Paulo de Tarso, de Aracaju - SE. Com a ajuda dos vídeos foi explicada a técnica de magnetização para levar o sujet ao transe sonambúlico (longitudinais concentradores) e de desmagnetização para trazê-lo de volta ao estado consciente (longitudinais dispersivos).
A relação entre magnetizador e sonâmbulo deve ser de mútua confiança para que dê resultados positivos. O magnetizador é o cuidador e deve zelar pela saúde física e psíquica do magnetizado, visto este encontrar-se à mercê dos comandos daquele, além de apresentar-se num estado de extrema sensibilidade.
Seja qual for o objetivo escolhido, o trabalho deve primar pela responsabilidade e disciplina, pela elevação de propósitos e nobreza de sentimentos. Desta forma, os resultados não deverão tardar e o amparo da Espiritualidade não faltará.


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sexta-feira, 20 de julho de 2012

CIRCULAÇÃO ENERGÉTICA (Vídeo Também)


CIRCULAÇÃO ENERGÉTICA
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ADILSON MOTA  
Funcionário Público formado em Administração de Empresas e estudante de Psicologia. Iniciou na Doutrina Espírita em 1989, atuando hoje nas áreas de exposição, mediunidade e sonambulismo. Estudante, praticante e pesquisador do Magnetismo há mais de 10 anos, idealizador e editor do Jornal Vórtice, que atualmente é o único jornal sobre estudos do Magnetismo no Brasil.
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Adilson iniciou a sua apresentação explicando de forma básica como se dá o trânsito de energias através do perispírito. Segundo o expositor, este trabalho foi baseado em leituras, deduções e orientações colhidas através do sonambulismo e da mediunidade.
Falou do que ele mesmo chamou de fluxo externo e interno (figura abaixo), sendo o primeiro descendente e o segundo ascendente, partindo de uma impulsão do centro de força básico.
As energias captadas e assimiladas pelos centros de força são distribuídas pelo perispírito, entre os centros de força e para a vitalização do corpo físico através da rede de nádis, canais que, à semelhança do sistema nervoso, se estendem por toda parte, das regiões mais sutis do corpo perispiritual até às circunvizinhanças vibratórias com o organismo biológico.
Em seguida foram apresentados trechos de orientações colhidas através de sonâmbulos a respeito de duas pessoas em tratamento magnético. O primeiro caso trata-se de hipertireoidismo em que a paciente sentia muitas dores e câimbras em diversas partes do corpo.
Foi orientado então o uso do sopro frio dispersivo, pois que " o sopro quebra as barreiras, trabalha essa dispersão de maneira mais 'violenta' e eficaz.
O fluido 'caminha' e revitaliza".
Foi apresentado ainda um caso em que a paciente sente muitas dores abdominais devido a uma doença rara. Apesar do fato da paciente sentir muitas dores diante de qualquer concentração fluídica efetuada em centros vitais ou áreas físicas da região abdominal, a orientação dada e seguida com bons resultados foi que se incrementassem as imposições através do centro de força esplênico, a fim de que se verificasse, paulatinamente, uma substituição de fluidos com a consequente descongestão dos nádis nestes locais.
Por fim, Adilson apresentou algumas instruções recebidas no grupo mediúnico de estudos a respeito da circulação energética e das relações entre alguns centros de força. Seguem alguns trechos:
Ligações entre o esplênico e o básico -"O básico incumbe-se de forças de abastecimento de estruturas físicas, fortalecendo-as, revitalizando-as. O esplênico capta e redistribui energias necessárias também à matéria mais densa; por isso eles têm uma ligação íntima, de estruturas que conectam os dois, para que eles se comuniquem adequadamente."
Ligações entre o básico e o umeral -"O básico alimenta o centro superior, que é o umeral, que está acima dele anatomicamente, que precisa também desses abastecimentos, dessas forças, dessas energias mais densas para lidar com as estruturas corpóreas sob seu comando, sua influenciação. O básico alimenta o umeral, que alimenta os ossos, os nervos, que alimenta as estruturas corporais densas;(...) além das outras funções que dizem respeito ao centro de força umeral e que são mais sutis."
Centro de força básico e circulação sanguínea -"No refluxo \[do sangue], no seu retorno venoso ao coração, há semelhança em suas funções; o fluido que \[o básico] carreia nesse retorno está unido ao sangue que retorna ao coração, porque é uma energia mais densa, que circula pelo básico e ajuda no refluxo dessa energia mais física que é o sangue. Por isso os inchaços, os edemas nos vossos membros inferiores têm como causa o retardo, a falta de movimentação necessária nesse centro de força."
Circulação sanguínea e centro de força cardíaco -"(...) o sangue oxigenado tem vitalidade tem todas as necessárias substâncias ao reabastecimento do corpo físico, são energias mais sutis; o sangue venoso tem energias mais densas, mais deletérias, por isso também tem uma dificuldade de retorno ao coração, fluidicamente falando; precisa da ajuda do básico nesse retorno sanguíneo com energias mais densas que o sangue carrega a partir do metabolismo celular."
Adilson deixou claro que tudo que foi apresentado ainda precisa de maiores verificações. As informações acima devem seguir o caminho apontado pela ciência espírita da observação dos fatos, da corroboração com as experiências de outras pessoas e da análise racional antes de passar de hipótese para ser considerada uma verdade.

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quinta-feira, 19 de julho de 2012

NASCIMENTO PREMATURO E PARALISIA CEREBRAL (Vídeo Também)


NASCIMENTO PREMATURO E PARALISIA CEREBRAL
Estudo de Caso
Interessante caso este apresentado por Sabrina Tomaszewski. Para angústia dos seus pais, o menino nasceu com 23  semanas, portando, em consequência, sérias complicações gástricas e respiratórias.
Permaneceu internado na UTI do hospital oito meses, período em que sofreu hemorragia intestinal e parada cardíaca aos 10 dias de vida a qual ocasionou a paralisia cerebral nos dois hemisférios. Passou por sete cirurgias: coração, esôfago, intestino, estômago e hérnia na região genital.
Em maio de 2010, foi procurado o tratamento magnético, quando a criança já contava 05 anos de idade. Apresentava o seguinte quadro:
- comprometimento cerebral com paralisia em 40%.
- dificuldades no sistema digestório - alimentava-se por tubo ou purê sem nenhuma consistência.
- problemas de coordenação motora e no equilíbrio corporal  - usava corretor ortopédico nas duas pernas e pés.
- intensa hiperatividade.
- não falava, apenas emitia sons e fazia sinais.
- quadro de obsessão espiritual grave.
- temperatura baixa do corpo.
A criança era tratada, concomitantemente, por fonoaudiólogo, fisioterapeuta e neurologista, além de ser submetido a tratamento desobsessivo e participar do culto do Evangelho no lar.
O tratamento magnético se dividiu, até o momento, em 04 fases (vide boxe).
1.ª fase: duração de 03 meses
2.ª fase: duração de 06 meses
3.ª fase: duração de 03 meses
4.ª fase: últimos 10 meses
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SABRINA TOMASZEWSKI    sabrinamf@hotmail.com
Analista de Sistemas na área de Segurança da Informação. Brasileira e espírita desde o nascimento, mora nos EUA há 7 anos. É coordenadora geral da área de Assistência EspirItual, dos setores de Passes Magnéticos e do Grupo de Estudos de Passes e Magnetismo - GEM no Centro Espírita "Peace and Knowledge" em Orlando. É também instrutora do curso básico da Doutrina Espírita na mesma instituição.
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TÉCNICAS MAGNÉTICAS EMPREGADAS

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terça-feira, 17 de julho de 2012


O PODER DO PASSE

Estudo revela que a técnica de imposição das mãos não está relacionada apenas à fé e também pode prevenir doenças

O que até hoje aos mais céticos parecia não passar de crendice, fé ou mito religioso, agora está sendo demonstrado por uma pesquisa: a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar e pode até prevenir doenças, como o câncer.

De acordo com um estudo de Doutorado do pesquisador Ricardo Monezi, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a técnica, conhecida na Doutrina Espírita como'passe\ é capaz de gerar bem-estar e transformações significativas a quem se submete a ela. A pesquisa, que ainda está em andamento, comprovou que por meio da imposição de mãos é possível aliviar o estresse, a tensão e os demais sintomas relacionados à ansiedade e à depressão.

Como tema de Mestrado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o pesquisador investigou, de 2000 a 2003, os efeitos da imposição de mãos em 60 camundongos. Não precisou muito tempo para observar um notável ganho potencial das células de defesa nos organismos dos animais em comparação àquelas onde se alojam os tumores.

Para continuar a pesquisa, Monezi optou por estudar em seu Doutorado, na Unifesp, os efeitos que o passe provocaria em seres humanos, mais especificamente em idosos com queixa de estresse. Desta vez, ele avalia não apenas os efeitos fisiológicos, mas também os psicológicos que a técnica gera nos indivíduos. " Depois de mais de dez anos investigando as técnicas de imposição de mãos, ainda me surpreendo com o potencial terapêutico deste tipo de intervenção que não é apenas curativa, mas, sobretudo, preventiva".

Ele já concluiu que 44 idosos que receberam o tratamento por algum tempo apresentaram uma redução significativa nos níveis de estresse, ansiedade e depressão, entre outras melhorias relacionadas à qualidade de vida.

Segundo Monezi, o interesse em investigar o tema surgiu há 12 anos, em virtude de uma experiência particular. Após ser submetido à técnica do Reiki (método japonês de equilíbrio energético) na adolescência, ele se surpreendeu com as mudanças que o tratamento provocou. "Quando notei o que o Reiki havia causado na minha vida e na de outras pessoas com quem convivi, percebi que a força responsável por aquele fenômeno merecia explicações científicas", explicou. Monezi salienta que o mesmo efeito é percebido quando se expõe estas células às radiações eletromagnéticas de baixa freqüência (infravermelho) por um curto período de tempo. "Uma conclusão como essa é uma grande evidência de que a energia liberada pelas mãos pode modificar aspectos fisiológicos, psicológicos, sociais e espirituais de seres vivos", indica.

Para o pesquisador, a conclusão excluiu, ainda, a possibilidade de o tratamento surtir efeito nos pacientes por meio da autossugestãc "Conseguimos comprovar que os efeitos do método não dependem exclusivamente do chamado 'efeito-placebo', ou seja, puramente da fé ou de elementos emocionais", lembra.

Daqui em diante, além de continuar trabalhando para comprovar a veracidade de seus apontamentos, o pesquisador espera que seus planos se concretizem. "Estabelecemos parcerias com diversas universidades públicas brasileiras e também estrangeiras, o que vai facilitar a multiplicação e a execução dos projetos. Se continuarmos neste ritmo, os próximos anos prometem ser extremamente produtivos e, espero, surpreendentes para a investigação", afirma.

MESMERISMO: A ORIGEM DO PASSE

Segundo registros históricos, o passe nasceu nas civilizações antigas como um ritual de crenças primitivas. Já naquela época acreditava-se que a imposição de mãos tratava e acalmava as dores. Existem registros da crença em civilizações indianas, egípcias, gregas e romanas, entre outras. Mas foi no século XVIII que o médico Franz Anton Mesmer pesquisou o fenômeno e indicou a existência de uma força magnética que dava ao corpo humano propriedades análogas às do imã. Segundo ele, sob controle, este fluido poderia ser utilizado com finalidade terapêutica.

Muitas foram as críticas e muitos também os adeptos da teoria chamada de 'Magnetismo Animal', ou 'Mesmerismo'. Allan Kardec, codificador da Doutrina Espírita, por exemplo, chegou a afirmar que o "magnetismo preparou o caminho para o Espiritismo". Posteriormente, foi possível comprovar que a relação entre ambos era maior do que se imaginava.

Cláudia Guadagnin
A partir da Revista SER Espírita (Ed. 19 - Junho/2012)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

HEPATITE C (Vídeo Também)


HEPATITE C
Este outro caso apresentado pelo Dr. Dezir Vêncio trata de uma paciente de 60 anos de idade, professora aposentada, mãe de 3 filhos. Há cinco anos começou a apresentar dores abdominais e má digestão. Feitos exames, foram detectadas a TGP e a TGO aumenta das. Quando o médico suspeitou de hepatite C fez um diagnóstico laboratorial qualitativo positivo pelo PCR.
A paciente em 2009 iniciou o tratamento médico tomando Interferon e Ribavarina. Estes medicamentos, segundo Dr. Dezir, funcionam como se fossem uma quimioterapia e provocam reações muito desagradáveis.
Em 2010, a doente iniciou tratamento magnético por causa de uma crise de pânico (medo de viajar de avião), sem nada relatar a respeito da hepatite C.
Somente em agosto de 2011 a paciente comentou para a equipe de magnetismo que estava com esta doença, já com biópsia hepática. Os seus exames acusavam uma carga viral alta (322.066 ul/ml) e genotipagem do grupo 1a.
O tratamento magnético foi elaborado da seguinte forma:
Ø  Era aplicado o TDM-3 (Tratamento da Depressão pelo Magnetismo nível 3) para a Síndrome do Pânico, tratando-se o esplênico e o gástrico, além de outros centros vitais.
Ø  Nesta técnica foi incluído atendimento magnético ao encéfalo (pineal, hipófise, tronco encefálico, medula, etc.) além dos nervos periféricos.
Ø  Em seguida, o passista magnetizava novamente os centros de força gástrico e esplênico a fim de se obter um auxílio magnético mais direcionado ao fígado. O magnetizador era orientado para que, neste momento, enviasse pensamentos positivos às células hepáticas a fim de “despertá-las” para a realização mais eficaz de suas funções.
Em fevereiro deste ano os exames médicos acusaram os seguintes resultados:
  1. ·  As taxas de TGO e TGP normalizaram, o que significava que o fígado estava voltando a funcionar.
  2. ·  Carga viral baixou para 8.688 ul/ml.
  3. ·  O hemograma completo mostrou nível de hemácias em 3,0 e hemoglobina em 9,9 ainda abaixo do normal, significando uma anemia intensa.

Continuando com o tratamento, em abril de 2012 novos exames foram feitos revelando outros dados:
  1. o   Carga viral não detectada.
  2. o   O nível de hemácias subiu para 3,4 e o de hemoglobina para 11,3.
  3. o  Emocionalmente ainda se mostrava instável, com pouca fé, estressada e com baixo amor-próprio mostrando a necessidade de ainda dar continuidade ao tratamento.


A hepatite C é causada por um vírus transmitido principalmente pelo sangue contaminado, mas a infecção também pode passar através das vias sexual e vertical (da mãe para filho). O portador do vírus da hepatite VHC pode desenvolver uma forma crônica da doença que leva a lesões no fígado (cirrose) e câncer hepático.
No Brasil, há cerca de 3 milhões de pessoas infectadas pelo vírus da hepatite C. Não há vacina contra a doença.
Sintomas
A hepatite C é assintomática na maioria dos casos, ou seja, o portador não sente nada após a infecção pelo vírus. Em algumas situações, pode ocorrer uma forma aguda da enfermidade que antecede a forma crônica. Nesses casos, o paciente pode apresentar mal-estar, vômitos, náuseas, pele amarelada (icterícia), dores musculares. No entanto, a maioria dos portadores só percebe que está doente anos após a infecção, quando apresenta um caso grave de hepatite crônica com risco de cirrose e câncer no fígado.


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