Seja Bem Vindo ao Estudo do Magnetismo

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segunda-feira, 16 de abril de 2012

Teste de Depressão - Auto-avaliação



Questão 1. Como anda o seu humor ultimamente?
(0). Tranqüilo (1). Irritado (2). Mal humorado impaciente e ansioso(3). Triste, pessimista e desesperançado (3). Vejo tudo negro e sem saída

Questão 2. Você tem sentimentos de culpa?
(0). raramente(1). às vezes acho que falho muito(2). sinto que vou decepcionar as pessoas(3). arrependo-me de erros passados e fico pensando neles(4). o que está acontecendo é um castigo

Questão 3. Você já teve idéias de morte?
(0). raramente(1). acho tudo muito chato(2). sinto a vida pesada e que não vale à pena(3). já pensei em suicídio(4). já tentei o suicídio

Questão 4. Você tem dificuldade para adormecer?
 (0). não(1). de vez em quando(2). sempre

Questão 5. Você acorda durante a noite?
(0). nunca(1). sono agitado(2). acordo freqüentemente

Questão 6. Você acorda cedo demais? 
(0). nunca(1). acordo de madrugada, mas volto a dormir(2). acordo e não volto mais a dormir

Questão 7. Você é preguiçoso?
 (0). nunca(1). sou preguiçoso e acomodado(2). sinto-me fraco e tudo requer um grande esforço(3). perdi do interesse e produzo muito menos(4). não faço mais nada

Questão 8. Você tem dificuldades para se concentrar?
(0). raramente(1). sou dispersivo e me perco em meus pensamentos(2). só penso em meus problemas(3). não consigo mais ver filmes ou TV (4). nada me importa

Questão 9. Você é inquieto?
(0). raramente(1). vivo mexendo em alguma coisa(2). brinco com as mãos, com o cabelo(3). torço as mãos, rôo as unhas, mordo os lábios(4). não paro quieto, me dá aflição

Questão 10. Você se sente nervoso irritado? 
(0). raramente(1). de vez em quando(2). vivo tenso e quase sempre estou preocupado(3). tenho medo de que algo ruim possa acontecer(4). sinto-me apavorado

Questão 11. Você tem sintomas físicos (batedeira,boca seca,dor de cabeça,gazes,cólicas,etc.)?
(0). raramente(1). às vezes(2). tenho sintomas físicos freqüentes(3). constantemente(4). vários sintomas diariamente

Questão 12. Como esta o seu apetite?
(0). bom(1). como forçado, mas como(2). tenho comido bem menos(3). como muito pouco(4). quase não como

Questão 13. Como esta a sua sexualidade?
(0). normal(1). teve uma pequena diminuição(2). diminuiu bastante(3). não quero saber mais de sexo

Questão 14. Você se preocupa com a sua saúde?
(0). não(1). pouca coisa(2). sou cismado e adoro ir a farmácia(3). sou uma pessoa muito doente

Questão 15. Você andou perdendo peso?
(0). não(1). pouca coisa(2). mais de 3 kg(3). bastante

Questão 16. Você acha que está deprimido?
(0). pode ser(1). É difícil de aceitar(2). o problema é de outra origem, não emocional(3). de jeito nenhum

Questão 17. O seu humor muda durante o dia?
(0). raramente(1). pouca coisa(2). bastante(3). meu melhor horário é quando o dia acaba

Questão 18. Você se sente longe, distante, fora de seu eu?
(0). não(1). raramente(2). de vez em quando(3). bastante(4). sempre

Questão 19. Você se sente perseguido, acuado?
(0). nunca(1). sou meio encanado(2). as coisas não me favorecem(3). às vezes acho que o mundo esta contra mim(4). totalmente!

Questão 20. Você tem manias ou pensamentos recorrentes?
(0). raramente(1). tenho algumas manias (2). tenho varias manias e alguns pensamentos fixos(3). sou cheio de manias e tenho pensamentos fixos

RESULTADO= SOME OS ÍTENS>= 50 "Seu caso é delicado você precisa procurar um tratamento urgente"
>= 32 e < 50 "Você tem uma depressão importante. Vale a pena se tratar!"
>= 18 e < 32 "A depressão já esta começando, você deve tratar senão poderá piorar"
>= 5 e < 18 "Você não tem depressão, mas alguma coisa acontece!"
<5 "Você é uma pessoa equilibrada"

>= MAIOR OU IGUAL
ADAPTAÇÃO DA AUTO ESCALA DE HAMILTON – RONI BRODER COHEN

domingo, 15 de abril de 2012

PALAVRAS do Codificador II



CONFERÊNCIAS DO SR. TROUSSEAU, PROFESSOR DA FACULDADE DE MEDICINA Feitas na Associação Politécnica para o ensino gratuito dos operários em 18 e 25 de maio de 1862 (BROCHURA IN - 8.º)

“Como vedes, senhores, as pessoas inteligentes são as primeiras que se deixam apanhar. Lembrai - vos do que se passava no fim do século passado.  - Um curandeiro alemão emprega a eletricidade, ainda mal conhecida naquela época. Submete algumas mulheres delicadas à ação do fluido; ocorrem pequenos acidentes nervosos, que ele atribui a um fluido emanado de si próprio; estabelece uma teoria bizarra, na época chamada mesmerismo. Vem a Paris, instalando - se na Praça Vendôme, no centro da cidade, onde as pessoas mais ricas, pertencentes à aristocracia mais elevada da capital, vêm se postar em torno da cuba de Mesmer. Eu não saberia dizer quantas curas foram atribuídas a Mesmer, que, aliás, é o inventor e o importador, entre nós, desta maravilha que se chama sonambulismo, isto é, uma das mais vergonhosas chagas do empirismo.
“Que vos direi, com efeito,do sonambulismo? Moçoilas histéricas, geralmente perdidas, em conúbio com qualquer charlatão famélico, simulando o êxtase, a catalepsia, o sono e, com a mais ridícula segurança, exibindo mais inépcias do que se poderia imaginar, inépcias bem pagas, bem aceitas, acreditadas com uma fé mais robusta que os conselhos do clínico mais esclarecido.”
Para que serve a inteligência, se as pessoas inteligentes são as primeiras a se deixarem apanhar? Que é preciso para não se deixar apanhar? Ser sábio? - Não. - Ser membro do Instituto? - Não, já que um bom número deles tem a fraqueza de preferir os charlatães aos seus confrades. É o Sr. Trousseau quem no - lo diz.  - Ser médico? - Também não, pois muitos também se dão ao absurdo do magnetismo.  - Que é, então, necessário para ter bom - senso? - Ser o Sr. Trousseau.
Sem dúvida o Sr. Trousseau é livre para externar a sua opinião, para crer ou não no sonambulismo. Mas não será ultrapassar os limites da boa educação tratar todas as sonâmbulas como moçoilas perdidas, em conúbio com charlatães? Que nisto, como em tudo, haja abusos, é inevitável, dos quais a própria medicina oficial não está isenta. Sem dúvida há simulacros de sonambulismo, mas, pelo fato de haver falsos devotos, pode - se dizer que não haja verdadeira devoção? O Sr. Trousseau ignora que entre os sonâmbulos profissionais há mulheres casadas e muito respeitáveis; que o número das que não se põem em evidência é muito maior? Que as há nas famílias mais honradas e mais altamente colocadas? Que muitos médicos, devidamente diplomados, de um saber incontestável, são hoje campeões declarados do magnetismo, que empregam com sucesso numa porção de casos rebeldes à medicina tradicional? Não tentaremos fazer o Sr. Trousseau mudar de opinião, provando - lhe a existência do magnetismo e do sonambulismo, pois é provável que perderíamos nosso tempo. Aliás, não é esta a nossa intenção. Diremos, porém, que se a zombaria e o sarcasmo são armas pouco dignas da Ciência, é ainda mais indigno que ela arraste na lama uma ciência hoje espalhada no mundo inteiro, reconhecida e praticada pelos homens mais distintos e atirar sobre os que a professam os insultos mais grosseiros que se possam encontrar no vocabulário da injúria. Só podem os lamentar ouvir expressões de tal trivialidade, feitas para inspirar desgosto, descendo das cátedras do ensino. Vós vos admirais que inépcias, como vos apraz chamar, sejam acreditadas com uma fé muito mais robusta que os conselhos do clínico mais esclarecido. A razão disto está na inumerável quantidade de erros cometidos pelos clínicos mais esclarecidos, dos quais citaremos dois exemplos. Uma senhora de nosso conhecimento tinha um filho de quatro a cinco anos, acometido de um tumor no joelho, em consequên cia de uma queda. O mal se tornou tão grave que ela resolveu consultar uma celebridade médica, que opinou pela amputação do membro, julgada urgente e indispensável, para salva r a vida da criança. A mãe era sonâmbula. Não podendo decidir quanto à operação, cujo resultado era duvidoso, resolveu tratar ela própria. Ao cabo de um mês a cura era completa. Um ano depois, com o filho já forte e sadio, ela foi ver o médico e lhe disse: “Eis o menino que, em vossa opinião, deveria morrer se não lhe cortassem a perna . - Que quereis? Respondeu ele, a Natureza tem recursos tão imprevistos!”
 O outro caso é pessoal. Há cerca de dez anos fiquei quase cego, a ponto de não poder ler nem escrever e não reconhecer uma pessoa a quem desse a mão. Consultei as notabilidades da Ciência, entre outras o Dr. L..., professor de clínica para as moléstias dos olhos. Depois de um exame muito atento e consciencioso, declarou que eu sofria de uma amaurose e que devia resignar - me. Fui ver uma sonâmbula, que me disse que não era amaurose, mas uma apoplexia nos olhos, que poderia degenerar em amaurose se não fosse tratada adequadamente. Declarou responder pela cura. Em quinze dias, disse ela, experimentareis uma discreta melhora; em um mês começareis a ver e, dentro de dois ou três meses, estar eis curado. Tudo se passou como ela previra e hoje minha visão está completamente restabelecida.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Jacob Melo Responde III



COMO DIRECIONAR, BASICAMENTE, UMA PESQUISA REFERENTE AO TRATAMENTO MAGNÉTICO DE DETERMINADA DOENÇA?
Amigos; entendo que todos gostaríamos de sempre dispor de algumas formulas bem acabadinhas, destinadas a resolverem cada um de nossos problemas ou enigmas, pois isso simplificaria e evitaria que cometêssemos certos erros. Mas nem tudo na vida é tão matemático ou absoluto - aliás, quase nada o é. Só que junto a esse desejo, até aquilo que está bem formulado, como bulas e manuais de uso, muitas vezes, seja por índole ou por acomodação, terminamos desprezando “a fórmula” em detrimento do “eu acho”.
Por outro lado, apesar dessas regras absolutas não existirem, notadamente em pesquisas pioneiras, algumas trilhas são bastante pertinentes e podem funcionar como boas bússolas. Em Magnetismo nos deparamos, cotidiana e constantemente, com situações inusitadas, surpreendentes e muito instigantes, além dos casos contraditórios com o que está ou estava estabelecido, outros conhecidos, porém que seguem sem contar com referenciais que indiquem os procedimentos a serem seguidos ou tomados. Portanto, pesquisar em Magnetismo é tarefa muito complexa e árdua. Até porque, não bastassem as dificuldades decorrentes do já acima mencionado, temos ainda a superar a falta de interesse das outras ciências, a falta de verbas e investimentos nesse setor e até mesmo o desrespeito com que aqueles que deveriam estar, no mínimo, como patrocinadores dessas pesquisas se posicionarem de forma reticente, chegando ao ponto de serem acintosamente contra.
Mas vamos ao que interessa. O bom senso indica que para se investigar qualquer doença ou patologia deve-se iniciar pelo que já se tem estabelecido, ou seja, o senso comum médico. Isso, apesar de óbvio, nos arremete a uma necessidade de conhecimentos extremamente amplos, o que tanto complica muito a vida do pesquisador não formado em ciências biomédicas como daquele que não pode dedicar-se em exclusividade na área. Como solucionar isso? Primeiro ampliando os horizontes orgânicos; não que nos formemos em Medicina, mas que aprendamos o mínimo suficiente para lidar com o objeto da pesquisa no caso, anatomia, fisiologia e patologia básicas são de singular importância. Segundo, aprofundando o outro aspecto indispensável a essa pesquisa, que é a outra ciência diretamente envolvida: o Magnetismo. E isso em todas as suas vertentes: estudando os clássicos, exercitando as técnicas, ampliando a dupla vista, aproveitando os fenômenos sonambúlicos, fazendo uso, se for o caso, de informações mediúnicas pertinentes, enfim, não se deixando levar pelo comodismo. Por fim, mas não necessariamente nesta ordem, conhecendo os fluidos, o mundo fluídico, o que o Espiritismo diz e tem estabelecido a respeito e o que outras ciências e filosofias podem nos fornecer como exemplos e substância. No que diz respeito à prática da pesquisa, é indispensável e fundamental que tenhamos liberdade de agir, critérios de análise, estabelecer o que se pretende - a fim mesmo de não se perder o foco - e  manter rigor nos controles e perseverança ao longo de todo trabalho. Objetivamente, o pesquisador de Magnetismo deve saber que nesta ciência não existe o igual nem o absoluto, pois cada caso é um caso. Em algumas situações podemos chegar a padrões razoavelmente seguros e felizes para determinadas patologias, mas não se chegará a regras fixas nem mesmo para um único magnetizador, nem para um mesmo paciente. Isso dificulta? Sim, dificulta muito, mas não impossibilita que cheguemos longe, muito longe com o sucesso que o Magnetismo oferece, notadamente quando tratamos de doenças em que a Medicina oficial ou mesmo outros métodos terapêuticos falharam ou não têm como resolver. Disciplina é uma palavra chave nisso tudo, como o são igualmente: vontade, atenção bem focada, ardente desejo de fazer o bem, fé em si e em Deus e estudo, muito e perseverante estudo. Fora disso poderemos até produzir muitas curas, mas não estabeleceremos padrões que no futuro esclareçam parte das dificuldades que temos hoje, dificuldades essas que são frutos de tudo isso ter sido arquivado há mais de 150 anos.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Curso da Dani - Emancipação da Alma - Teoria Básica II


http://www.facebook.com/media/set/?set=oa.396643510348540&type=1



Para baixar clic no link abaixo
https://docs.google.com/presentation/d/1JFQ1_zL4c_wyqmybECXsmaC7_kx-BHNKTubiCdq5SbU/edit#slide=id.p15

A carta abaixo foi endereçada a Jacob Melo.



Com a autorização de ambos, resolvemos publicá-la por que o seu conteúdo serve de alento e de motivação para todos os que trabalham e sofrem pelo bem e pela verdade.
Caro Jacob Melo,
Há muitos anos acompanho de longe seu esforço em trazer novamente ao lugar merecido a Ciência Magnetismo, que teve seu auge no século XIX e seu declínio a partir da segunda metade do século passado. Muito se deve à disposição que nós seres humanos temos de tomar a parte pelo todo e neste caso trocou-se o “magnetizar” por “dar passe”. O Passe que seria um modo particular de magnetizar tomou o lugar da Ciência Magnética de maneira capenga, sem muitos fundamentos e com todos os adereços dos sinônimos do verbo “passar”, que teve a ousadia de usurpar seu lugar.  A partir de então surgiu toda sorte de teorias: Passe Espírita - dado pelos Espíritos; Passe magnético - passe sem Espírito, só pelo magnetizador (que é uma figura não aceita pelo meio); o Passe deve durar o tempo de um Pai-Nosso (“O Chico que falou”!!!), etc.. Como o Passe Espírita passou a não curar mais ninguém, houve então, mais uma distorção, que foi achar que Mediunidade Curadora é o que o Zé  Arigó  e Edson Queiroz faziam. Quantas vezes se ouviram: “O Espiritismo é para curar a alma e não o corpo”, “As pessoas só virão aqui para isto”, “Isto é bobagem, o que importa é o mérito”,... O interessante é que de norte a sul, como um automatismo, todos passaram a repetir as mesmas coisas e pela repetição uma nova verdade surgiu. Muitas vezes me perguntei como uma ciência fantástica desaparece assim? A quem interessa seu desaparecimento?
Prestando atenção ao conselho de Gamaliel em os Atos dos Apóstolos “Aquilo que vem de Deus permanecerá e aquiloque não vem de Deus por si só desaparecerá (...). Convém não combatamos estes homens, pois se eles vierem de Deus, nós poderemos estar combatendo contra Deus”. Quanta sabedoria! Não acredito que houve um acaso e sim um encasulamento do Magnetismo, que, no momento propício eclodirá em todo esplendor. Novos tempos estão surgindo, grupos interessados em aprender seus fundamentos vêm surgindo aqui e alhures. De alguma forma acredito que o Magnetismo teve que encolher para o Espiritismo  crescer, como João Batista encolheu para Jesus crescer. Parabéns pelos esforços, o próprio Evangelho já preconizava: “Você terá que arar com o suor do teu rosto  a terra a ser cultivada”. Breve colherá os frutos desta empreitada, não desanime e nem se apoquente com os Fariseus modernos, que estão infiltrados na direção de todas as religiões, e o Espiritismo não é diferente, agindo como Porteiros do Céu, não entram e não deixam ninguém entrar.
 Muita paz, serenidade e perseverança.
José Walter Jr.