Seja Bem Vindo ao Estudo do Magnetismo

Você que acompanha nosso Blog e gosta das matérias aqui postadas, seja um seguidor cadastro esta ao lado da matéria, no ícone "Participar deste site". Grato! a todos.

terça-feira, 25 de março de 2014

EM QUE SITUAÇÕES PODEMOS UTILIZAR E QUAIS OS LIMITES PARA A AUTOMAGNETIZAÇÃO?

EM QUE SITUAÇÕES PODEMOS UTILIZAR E QUAIS OS LIMITES PARA A AUTOMAGNETIZAÇÃO?

Quando comecei a trilhar meus primeiros passos no promissor caminho dos passes, aprendi que o autopasse não deveria existir. Mas isso não ecoava bem em mim mesmo. E nas poucas vezes que quis debater o assunto, facilmente surgia quem dissesse: “Quem você pensa que é para duvidar dos mais velhos?”
Entretanto, algo seguia me dizendo não ser tão simples ou tão restritivo o uso dos recursos fluídicos, a ponto de não poderem ser auto aplicáveis.
Quando escrevi O Passe (*) ainda tinha dúvidas sobre vários pontos do Magnetismo e minha experiência, aos olhos de muitos, ainda que lastreada em muitos anos de prática e estudos, parecia trazer poucas certezas. O acesso às literaturas clássicas era muito difícil, especialmente por não haver quase nada traduzido para o português. Isto tudo se confirma em algumas de minhas anotações naquela obra. E sobre o tema em foco fica fácil se perceber que pelo menos uma grande vertente deixou de ser considerada. Vejamo-la.
Um magnetizador está bem, saudável, em pleno exercício de suas atividades magnéticas, mas se sente uma fisgada na perna, ou um ferimento decorrente de uma pancada involuntária, ou ainda uma dor localizada e que é de fácil acesso às suas mãos, fica claro que ele poderá se automagnetizar. Mas isso dará certo? Tanto dá que são muitos e muitos os casos de magnetizadores e passistas que resolvem se ajudar e vencem, com relativa facilidade, os entraves ou os males que os atrapalhavam.
Essa possibilidade é tão patente e gritante que todos os povos, em todos os tempos, ensinaram seus descendentes e, por extensão, suas futuras gerações, a sempre considerarem essa realidade em seus próprios benefícios. E, corroborando com esse fato, praticamente todos os magnetizadores clássicos escreveram, em seus livros, muitas opiniões favoráveis, chegando alguns a sugerirem técnicas específicas, como foi o caso de Du Potet e Deleuze.
O que parece não funcionar é quando o magnetizador está fora de seu padrão harmônico, em que seu campo “energético” não condiz com a necessidade do mesmo estar bem, pois, nesse caso, seus gestos se parecerão mais com meros ritos do que o que pede a vera magnetização.
Outro ponto é quando o magnetizador está com um problema nalgum local de difícil acesso para ele ou quando ele mesmo duvida de seu poder de se autocurar. Isto até parece ser uma forma de a Natureza o convidar a pedir auxílio, a fazê-lo sentir que nem tudo lhe é possível e que uma boa dose de humildade faz muito bem a qualquer personalidade.
Continuo acreditando que apenas gestos, sem o preparo e o conhecimento devidos ou sem a condição física, psíquica e moral compatíveis, não serão potentes o suficiente para resolverem enfermidades no próprio magnetizador, ainda assim, fundado na confiança de que a misericórdia Divina é sempre mais abundante do que qualquer um de nós podemos imaginar, não descarto que consigamos grandes vitórias, mesmo estando fora do que poderia ser classificado como “melhor padrão” de doação/captação de fluidos/bênçãos.
(*) Transcrição de trecho escrito em meu livro O Passe, em seu capítulo 8, item 6.2 - O Auto-Passe:
Esta é uma questão que tem sido apresentada como tabu,  posto que tem servido a uns como recomendação de uso e prática, e a outros como críticas, por vezes despropositadas. Ocorre que é grande o número de médiuns e magnetizadores que recomendam o autopasse, segundo as técnicas do magnetismo. Particularmente somos contra tal prática; pelo menos da maneira como normalmente é sugerido. Nossa posição, contudo, não é de fazer crítica, mas de refletir conforme a lógica.
Raciocinemos: uma das recomendações básicas que fazemos aos passistas é que estejam equilibrados, harmonizados, em boa vibração, para melhor poderem ajudar aos pacientes. Por que isso? Porque nós, como filtros (e usinadores) que somos, não devemos contaminar os fluidos que vêm dos planos espirituais (nem os que usinamos) em benefício do próximo. Ora, desde que nos sentimos com necessidade de receber o passe é porque não estamos, ainda que momentaneamente, atendendo àqueles requisitos; então, como teríamos condições de filtrar (e usinar) esses fluidos? Apenas por causa das técnicas? Mas se estamos, em tese, descompensados, não estaríamos tecnicamente impossibilitados de tal ação? Por outro lado, se o autopasse se der com o uso dos fluidos magnéticos animais de origem do próprio médium-paciente, não será o problema mais grave ainda? Afinal, esses fluidos, essa energia, estarão desbalanceados, descompensados, posto que estarão saindo de um médium em desarmonia, e, acreditamos, não será reabsorvendo-os, por simples técnica, pelo auto-magnetismo, que iremos reequilibrá-los, recompensá-los.
(Acrescentei os entre-parênteses)

As observações acima levam em consideração, é de se notar, as técnicas e a origem do fluido no sentido magnético humano, pois o autopasse, no sentido espiritual do termo, existe. E como é ele? É, em técnica, o mais simples de todos, mas, em execução, às vezes nem tanto: trata-se da oração, da prece sentida, religiosa, santa, verdadeira e pura. E isso não somos nós que o dizemos de forma isolada; o próprio Cristo nos ensinou quando nos asseverou “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Mateus, 7, 7), com isso apontando a necessidade de uma ação efetiva pela oração responsável e consciente, aliada ao trabalho individual e intransferível. Mas como quando estamos perturbados fica, por vezes, difícil fazermos uma prece com essas características, recorramos antes a um bom livro de mensagens para depois, mais tranquilos, fazermos nossa prece, nosso autopasse.
(...)
E o que diz Kardec? “A prece, que é um pensamento, quando fervorosa, ardente, feita com fé, produz o efeito de uma magnetização, não só chamando o concurso dos bons Espíritos, mas dirigindo ao doente uma salutar corrente fluídica” (Allan Kardec, in Revista Espírita, set. 1865, artigo “Da Mediunidade Curadora”, item 11).
Apesar de respeitarmos as opiniões em contrário, pois sabemos que quem as assimila deva ter referencial(is) que as justifique, não concordamos com o autopasse como técnica, salvo dentro dos  padrões já expostos em relação à prece e ao recolhimento. Por esse motivo, nos omitimos de apresentar e discutir a técnica do magnetismo que a tal prática se reporta. Afinal, se a prece, além de ser a principal chave para abrir os canais de ligação com os  Planos Superiores, é o que muitas vezes necessitamos para recebermos o magnetismo restaurador dos  Espíritos, que adiantará nos movermos em técnicas quando Eles só nos solicitam, para este caso, apenas a oração? Não é o fundo mais valioso que a forma? E, por outra, será que atraímos os Espíritos, e suas energias, pelos gestos físicos que façamos ou por nossa posição mental?

Se estamos precisando de energias magnéticas animais, tenhamos a humildade devida e nos tornemos pacientes, aguardando, respeitosa e confiantemente, nossa vez para recebermos o passe. Ao demais, no capítulo III do mesmo livro O Passe já discutimos detidamente se o espírita ou o médium precisam do passe, e se este dispensa o esforço próprio.
JORNAL VÓRTICE  ANO VI, n.º 08- janeiro -2014 Pág.18

segunda-feira, 10 de março de 2014

POR QUE MOTIVO ALGUÉM SE TORNA "SUGADOR" DAS ENERGIAS DE OUTRO? COMO FAZER PARA EVITAR SER SUGADO?


POR QUE MOTIVO ALGUÉM SE TORNA "SUGADOR" DAS ENERGIAS DE OUTRO? COMO FAZER PARA EVITAR SER  SUGADO?

Nos diz o trocadilho popular que um dos mais chatos problemas de uma pessoa é ela se perceber sendo o que não percebe que é. Nesse universo, muitos sequer chegam a notar que são tidos como: sempre sorrindo de tudo, tristes, chatos, brincalhões, inconvenientes, desinteressantes, enfim... Só que nesse tipo de problema, via de regra surge alguém que diz, comenta ou mesmo orienta como fazer para mudar, despertando a criatura a refletir sobre o que se passa e como reagir ou mudar positivamente.
No caso de uma pessoa sugadora de energias (magnetismo ou fluidos), o problema é mais complexo. Enquanto as pessoas se afastam daquelas primeiras circunstancialmente, com estas há uma tendência a se evitar estar perto, chegando-se ao ponto de “troca de calçada” para evitar qualquer aproximação. É que estas, após algum contato ou relação, deixam seus interlocutores exauridos, abatidos, acabados, desenergizados, seria a expressão mais correta.
E de onde vem essa capacidade de sucção? Esta é uma questão sem resposta precisa. Podemos conjecturar que, de alguma forma, os centros vitais de um sugador tem uma capacidade de centripetação de fluidos (introjetar em si mesmo) muito alta, favorecendo a que sejam atraídos ou arrancados fluidos daqueles que se permitam ser sugados. Essa “permissão” para a sucção independe, de certa forma, da vontade do “doador” – adiante veremos como conter isso.
Mas também existe a possibilidade de haver pessoas com baixa capacidade de se auto manterem, energeticamente falando, por isso se transformando em potenciais sugadoras. Essa possibilidade se constata com o fato de sugadores estarem sempre precisando estar perto de gente, conhecida ou não. E quando os sugadores se sentem bem após terem estado próximos a alguém, pode-se facilmente comprovar que este alguém se sente repentinamente fragilizado.
Uma terceira possibilidade é que o sugador gosta de se sentir farto, pesado, como quem acabou de se alimentar demasiadamente e agora quer ficar num estado quase letárgico, como o que o organismo lhe proporciona. Esse tipo de sugador costuma ter um jeito de ser meio lerdo e quase sempre apresenta sinais de pouco entendimento das circunstâncias em geral que o rodeiam .
Pode ocorrer que outras origens sejam a matriz do fenômeno, mas não conheço nenhuma pesquisa que esteja em andamento acerca do fato, como igualmente desconheço detalhes ou considerações outras em obras ou anotações alhures. Caso você, leitor do Vórtice, tenha algo que contribua para o melhor conhecimento desse fenômeno, por favor escreva para este jornal e nos informe.
Quanto ao evitar a perda de fluidos para um sugador, algumas providências podem ser observadas .
O primeiro quesito é identificar quem e quando está sugando. O início dessa identificação se dá quando percebemos ou simplesmente nos sentimos sendo sugados. Ato contínuo a essa percepção, busque-se identificar, o quanto antes, quem a está provocando. Certifique –se se se trata mesmo de quem foi identificado. Para tanto, aproxime-se por uns instantes do provável sugador e perceba o que ocorre em você, procurando notar se há alguma sensação estranha e desconfortável; em seguida afaste-se bastante (cerca de uns 3 a 5 metros) e note se essa sensação desagradável (de sucção) diminui acentuadamente ou até se já passou. Confirmada esta hipótese, tome atitudes  como as que recomendo em seguida .
Todavia, em não sendo confirmada essa mudança, repita a experiência com outra pessoa que esteja por perto e que possa vir a ser quem se procura; e siga assim até “descobrir”  o sugador.
Observe que pessoas muito tristes e falando coisas negativas sempre transmitem um certo toque de sucção mas que nem sempre se trata desse fenômeno e sim de um reflexo psicológico que traduz estarmos nos envolvendo emocionalmente com situações desagradáveis, as quais nos desestabilizam, mas que nem por isso está, necessariamente, provocando perdas fluídicas.
Outro ponto a ser observado é se quem está “arrancando” seus fluidos está próximo ou distante . Quando está próximo, o mecanismo que indiquei acima será suficiente para confirmar, porém quando o sugador está distante, então ele estará agindo de forma quase hipnótica, para isso usando de foco fixo em você e colocando-se abstrato a tudo o mais que o rodeia.  Geralmente isso ocorre de forma tão concentrada que esse tipo de sugador sequer sabe dizer o que está se passando, por mais que ele diga estar prestando atenção ao que ocorre fora do fenômeno.
Um terceiro ponto a considerar é procurar saber se o sugador é consciente ou  inconsciente acerca do que faz . A grande maioria é absolutamente inconsciente; a única coisa que ele identifica é que certas pessoas parece deixarem-no mais vivo, mais energizado, mais farto. Essas pessoas são as que oferecem melhor afinidade magnética. Os sugadores conscientes precisam ser orientados que esse procedimento é imoral e devem ser convidados a refletirem sobre o que fazem, da mesma maneira como advertimos pessoas indelicadas, grosseiras ou que ofendem outras pessoas.

Isto colocado, vamos às defesas.

Identificado o sugador, a atitude mais comum que a maioria toma é a do afastamento, mas isso não resolve o problema em si, pois se ele não te suga, sugará a outrem. Assim, tendo sido identificado e não se pretendendo uma aproximação, tome-se atitudes dispersivas como: agitar o corpo, evitar posturas muito estáticas ou ficar parado ante seu olhar, como que hipnotizado, favorecendo ao clima de sucção. E se a percepção da sucção se der após o sugador ter-se ido, procure tomar um bom banho ou fazer uma boa caminhada e, em todo e qualquer caso, fazer respiração diafragmática; essas atitudes são tipicamente dispersivas, que são o reconstituinte básico de reequilíbrio após grandes perdas fluídicas.
Caso seja possível a aproximação mais demorada junto ao sugador, procure envolvê-lo com atitudes igualmente dispersivas, como abraços com movimentos de braços, sorrisos com bons bocados de ar expelidos de forma mais forte, e, de preferência e se for o caso, fazer-lhe bons passes dispersivos  e só dispersivos. Quanto mais dispersivos ele receber, mais ele terá possibilidades de se harmonizar, com isso vindo a diminuir sua capacidade de sucção(*). Provavelmente será sentido que quanto mais dispersivos se fizer, tanto o sugador como o magnetizador se sentirão mais energizados, só que o primeiro ficará sem sentir aquela sensação de peso e o segundo, como se tivesse recarregado as baterias. A falta disso termina deixando ambos descompensados e leva ao afastamento dos pares, adiando as possíveis soluções de curto, médio e longo prazo.
Os sugadores devem ser orientados a mudarem seus modos excessivamente estáticos ou de fixação sobre pessoas e também a fazerem regulares exercícios de respiração diafragmática, pois isso diminuirá significativamente essas sucções despropositadas e ainda os deixarão melhor ante suas próprias naturezas.
Um último ponto, que se trata de uma repetição: a respiração diafragmática é sempre muito útil nesses casos e deve ser usada por ambos, sugadores e sugados.
 (*) Sugiro a leitura dos valores dos dispersivos em meus livros “Manual do Passista” ou “Cure e cure-se pelos passes”.

JORNAL VÓRTICE  ANO VI, n.º 09- fevereiro -2014 Pág.18

quarta-feira, 5 de março de 2014

O corpo é um reflexo da mente

O corpo é um reflexo da mente

Podemos então concluir que, diante de tudo quanto já abordamos, é compreensível dizer que a quebra da harmonia cerebral, em conseqüência de compulsoriamente se arredarem das aglutinações celulares do campo fisiológico os princípios do corpo espiritual, essas aglutinações ficam, então, desordenadas em sua estrutura e atividades normais, podendo surgir tumores e hemorragias conseqüentes de fenômenos mórbidos assediando a mente, porque o cérebro é o instrumento que traduz essa mente, manancial de nossos pensamentos, e é por isso que a dor do remorso não permite fácil acesso à esfera superior do organismo perispírito, onde se erguem as manifestações da consciência divina. O cérebro real é aparelho dos mais complexos, em que nosso “eu” reflete a vida.
Examinando o organismo que modela as manifestações do campo físico, reconheceremos que a célula nervosa é entidade de natureza elétrica que, diariamente, se nutre de combustível adequado. Há neurônios sensitivos, motores, intermediários e reflexos.
Existem os que recebem as sensações exteriores e os que recolhem as impressões da consciência. Em todo o cosmo celular agitam-se interruptores e condutores, elementos de emissão e de recepção. A mente é a orientadora desse universo microscópico, em que bilhões de corpúsculos e energias multiformes se consagram a seu serviço. Dela emanam as correntes da vontade, determinando vasta rede de estímulos, reagindo ante as exigências da paisagem externa, ou atendendo às sugestões das zonas interiores.
Colocada entre objetivo e subjetivo, é obrigada, pela lei divina, a aprender, verificar, escolher, repelir, aceitar, recolher, guardar, enriquecer-se, iluminar-se, progredir sempre.
Ainda que permaneça aparentemente estacionária, a mente prossegue seu caminho, sem recuos, sob atuação das forças visíveis ou invisíveis.
Lembremos que toda a energia gerada tem que se manter de forma bem equilibrada, porque tanto o bloqueio do fluxo de energia quanto o excesso desse fluxo podem produzir desequilíbrios  e, conseqüentemente, uma doença física.
Hoje, ainda não encontramos na medicina tradicional os recursos necessários para esse entendimento, mas felizmente, surgem na atualidade novas opções terapêuticas, tanto no campo da psicologia como na chamada medicina alternativa, com estudos que comprovam a cura de determinadas patologias através dessas novas abordagens, como é o caso das técnicas de regressão de memória.
Assim sendo, observemos a necessidade de nos reunir cada vez mais para estudar sob esta nova visão, pois somente quando os homens da ciência se permitirem, com mais flexibilidade, atravessar a porta do entendimento do amor, como homens comuns e de fé, é que conseguiremos chegar mais rapidamente à solução de enfermidades que até os dias atuais a ciência não consegue equacionar.

Trabalhando as energias de forma positiva

Por Wagner Borges Leia mais no site www.ippb.org.br
Antes de mais nada, eleve o pensamento ao Alto e abra o coração na sintonia da fraternidade. Pense no bem de todos os seres. Imagine que o seu corpo é todo feito de água. No alto da sua cabeça, no chacra coronário, pingam gotas luminosas vindas do Alto.
Quando essas gotas tocam o seu “corpo d’água”, elas reverberam nele como quando jogamos pedrinhas em um lago de águas calmas. E essas reverberações luminosas vão se expandindo suavemente para além da extensão de seu corpo e alcançando seus familiares, as pessoas de suas relações e expandindo-se para toda a humanidade. Essas reverberações seguem carregadas de puro sentimento e vão melhorando as pessoas que são tocadas por elas.

Visualização criativa

Posição física: deitado em decúbito dorsal, com as mãos relaxadas e voltadas para cima.
Perspectiva psíquica: consciência aberta, coração generoso e vontade de ser pacífico e feliz.
Objetivo: simplesmente soltar-se no fluxo natural das energias e afrouxar a tensão psicofísica.
Resultado: inspiração, alegria interna, relaxamento, aumento da criatividade e descanso mental.
1. Leve a atenção pacificamente para a planta do pé esquerdo e visualize ali o surgimento de uma rosa amarela em botão. Suavemente, vá desabrochando até abri-la completamente.
2. Faça a mesma coisa na planta do pé direito.
3. Permaneça carinhosamente prestando atenção nessas duas rosas abertas nas plantas dos pés por cerca de 1 minuto.
4. Leve a atenção para as palmas das mãos e também visualize nelas a abertura de duas rosas amarelas. Fique assim por 1 minuto.
5. A seguir, visualize mais duas rosas amarelas desabrochando, dessa feita, nos dois ouvidos. Fique assim por 1 minuto.
6. Leve a atenção para o chacra coronário (situado no meio do alto da cabeça) e visualize surgindo de dentro dele apenas uma imensa flor amarela. Ela desabrocha no alto da cabeça, mas o seu talo está baseado na glândula pineal (epífise), situada no interior da cabeça, logo abaixo dos dois hemisférios cerebrais. Fique assim por cerca de 2 minutos.
7. Finalmente, leve a atenção para o centro do peito (chacra cardíaco) e também faça surgir ali uma imensa rosa amarela.
Enquanto ela desabrocha, pense ternamente em amor, luz, alegria e paz para todos os seres de todas as dimensões. Fique assim por vários minutos.
8. Sinta-se bem e agradeça silenciosamente aquele Amor Onipresente que permeia a tudo e a todos.
9. Por favor, e por amor, faça isso com simplicidade, lucidez e alegria. Não deixe seu ego capturar seu bom humor no alçapão da ansiedade. Trabalhe com serenidade e exonere carinhosamente suas angústias internas.
Viver aqui na Terra não é fácil. Mas, é possível entrarmos na sintonia da harmonia íntima usando as flores de nossos pensamentos criativos a favor da paz, de nós e de todos! Faça essa prática simples todos os dias. Seja feliz, pois, apesar dos problemas diários, viver ainda é uma maravilha. Precisamos seguir e sorrir...
Dentro ou fora do corpo, somos imortais! Isso é motivo de uma grande alegria.
Alguém pode assassinar ou atropelar nosso corpo, mas continuaremos vivos, em frente, sempre... Que essa simples prática possa ser em você a síntese de PAZ e LUZ em todos os seus pensamentos, sentimentos e energias.
Sem mais palavras:
AMOR, AMOR, AMOR...

Esta prática pode ser feita sentado, desde que as plantas dos pés não estejam aderidas ao chão e as mãos estejam com as palmas livres.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

VISÃO ESPÍRITA DO CARNAVAL


VISÃO ESPÍRITA DO CARNAVAL



Sensibilizado pela necessidade crescente de notícias objetivas, oriundas da dimensão espiritual, e que venham induzir o gênero humano a buscar o caminho da espiritualização, o benfeitor espiritual Manoel Philomeno de Miranda escreveu um livro especial pela psicografia do médium Divaldo Franco, intitulado “Nas Fronteiras da Loucura”, editado pela LEAL, Salvador – Bahia, cujo conteúdo se recomenda a sua leitura, pelos seus aspectos cultural e doutrinário.

Procurando retratar numa visão espírita as ocorrências mais importantes durante o transcorrer momesco em terras brasileiras, presta um relevante serviço informativo para todos os que se encontram envolvidos pela indumentária carnal.

Nestes dias que antecedem o rebuliço desta festa popular no Brasil, sentimos um grande apelo íntimo para extrair da obra em questão alguns tópicos, com o intuito de sugerir aos interessados na temática focalizada, lerem ou relerem este livro, de cunho tão realístico e oportuno, a fim de reavivar na própria mente indecisa, a necessidade de se afastarem destes locais de orgias e loucura.

Pesquisando os arquivos do Grande Lar, o Amigo Espiritual, encontrou os seguintes dados sobre o carnaval: “Originário das bacanalia, da Grécia, quando se homenageava o deus Dionísio, os trácios e a maioria dos povos antigos já se atiravam aos infrenes prazeres coletivos.

“Posteriormente, estas festas ocorriam em Roma, como saturnalia, e nessa ocasião sacrificava-se uma vida humana em louvor aos gozos sensuais que iriam ser procedidos, numa demonstração bem característica da fria crueldade do sentimento pagão.

“No entanto, foi a partir da Idade Média que ficou estabelecida uma comemoração anual, quando era lícito a todas as pessoas, práticas e atos censuráveis sem qualquer constrangimento.

“Nos tempos modernos este costume foi oficializado, particularmente no Brasil, durante três ou mais dias, justificado como uma necessidade para que sejam descarregados os recalques e tensões, acumulados no transcorrer do ano. Surgiu então neste comenos a palavra Carnaval, formada das silabas iniciais dos vocábulos carne nada vale.”

A visão do plano espiritual desdobra-se em cores vivas e chocantes, descreve o nosso Miranda: “Enquanto no plano físico a multidão sequiosa de divertimentos e prazeres carnais se movimentava pelas vias públicas principais de determinada cidade brasileira, numa crescente excitação da sensualidade, a psicosfera nessas áreas carregava-se de vibrações escuras e pestilenciais, fomentando a atração de Espíritos desencarnados vivendo em idêntica volúpia, que se atiravam a desmandos de orgias escabrosas, difíceis de serem descritos do ponto de vista terreno.

“Misturando-se com as pessoas em perfeita sintonia mental, os seres desencarnados, aglomerados pelos desejos desenfreados, agrediam os transeuntes, atingindo-lhes os centros do discernimento com ideias infelizes, nefastas, colocadas imediatamente em prática de conformidade com as tendências de cada indivíduo.

“Formas invisíveis de aspecto vampiresco buscavam as suas vítimas para sugar os plasmas vitais, notadamente o genésico, induzindo-as aos descalabros de toda ordem, inclusive iniciando quadros obsessivos de consequências imprevisíveis.

“As cenas se sucediam em seus aspectos deprimentes e constrangedores, demonstrando que uma faixa expressiva das criaturas humanas ainda se encontra nos limites do instinto, comandada pelos impulsos das sensações animalizantes, sem qualquer sensibilidade pelas emoções superiores.

“Justamente nesse clima de excessos lastimáveis, dois casais que tinham ingressado recentemente nas hostes espíritas resolveram, a pretexto de se despedirem da vida profana e para não sentirem frustrações futuras, pular e dançar nesse verdadeiro caldeirão de sentimentos malsãos.”

Os detalhes da trama vingadora feita contra os filões, por uma Entidade de aspecto patibular e inimiga de uma das senhoras que por sinal estava com a faculdade mediúnica desabrochando, são contados pelo Amigo espiritual com sutilezas doutrinárias portentosas.

O episódio da jovem espírita, que ao retornar para o lar, depois de prestar assistência caridosa a uma pessoa necessitada, sendo alvo da sanha criminosa de delinquentes juvenis, possibilita elucidações preciosas a respeito do motivo das aflições e o valor da oração quando ditada pelo coração.

Todos os fatos narrados nas páginas deste excelente livro espírita atestam a realidade doutrinária a respeito das “relações existentes entre o mundo corporal e o espiritual” a que se reporta Allan Kardec definindo o que é o Espiritismo em “O Livro dos Médiuns.”

Conhecedor profundo dos fenômenos mediúnicos e em praticar da obsessão, o nosso Miranda adverte-nos com insistência sobre a presença do “dedo da treva” nos dramas humanos.

Lendo as suas explicações minudentes, encontramos as razões dos acontecimentos lamentáveis dentro do próprio Movimento Espírita, quando aqueles que se dizem espíritas agridem-se mutuamente, utilizando os próprios Órgãos de divulgação doutrinária, num atestado evidente da falta de amor pela causa do bem.

Completando estas rápidas considerações, abrimos espaço para noticiar a opinião do Venerando Bezerra de Menezes sobre as atividades nos Centros Espíritas durante as festas carnavalescas, constante da obra comentada.

“Nestes dias, nos quais são maiores e mais frequentes os infortúnios, os insucessos, os sofrimentos, é que se deve estar a postos no lar da caridade, a fim de poder-se ministrar socorro. Por fim, quanto as vibrações serem mais perniciosas em dias deste porte, não há dúvida. A providência a ser tomada deve constituir-se de reforço de valor e de energias salutares para enfrentar-se a situação.”

José Ferraz
(Trabalhador Espírita da Mansão do Caminho em Salvador-BA e membro do Projeto Manoel Philomeno de Miranda)

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Lei de Causa e Efeito (Karma)

Lei de Causa e Efeito (Karma)

Os centros de força, que são fulcros energéticos, são influenciados pelas energias originárias das vidas pretéritas da alma que, na nova encarnação, imprime às células a especialização extrema na formação do corpo denso do homem, especialização que todos detemos no corpo espiritual em recursos equivalentes. Essas células obedecem às ordens do espírito, diferenciando-se e adaptando-se às condições por ele criada, procedendo do elemento primitivo, comum, de que todos provimos em laboriosa marcha no decurso dos milênios. É assim que “A enfermidade, como desarmonia espiritual, sobrevive no perispírito”. Pois tal seja a viciação do pensamento, tal será a desarmonia no centro de força, que reage nosso corpo a essa ou àquela classe de influxos mentais, uma vez que toda a mente é dínamo gerador de força criativa. Quando a nossa mente, por atos contrários à lei divina, prejudica a harmonia de qualquer um desses fuIcros de forças, a nossa alma naturalmente se escraviza aos efeitos da ação desequilibrante obrigando-se ao trabalho de reajuste. E é assim que, muitas vezes, numa nova encarnação, encontramos pessoas com problemas mentais ou de paralisias físicas, “apresentando estado morfológico conforme o campo mental a que se ajusta”.

A zona de remorso

A recordação dessa ou daquela falta grave, principalmente daquelas que repousam recalcadas no espírito, sem que o desabafo e a corrigenda funcionem por válvulas de alivio às chagas ocultas do arrependimento, cria na mente um estado anormal que podemos classificar de “zona de remorso”, em torno da qual a onda viva e contínua do pensamento passa a enrolar-
se em circuito fechado sobre si mesmo, com reflexo permanente na parte do veículo fisiopsicossomático ligada à lembrança das pessoas e circunstâncias associadas ao erro de nossa autoria. Isso é bem exemplificado por André Luiz no livro Entre a Terra e o Céu, onde ele relata a questão de Júlio, que, em uma existência, teria aniquilado o veículo físico tomando uma grande quantidade de corrosivo e, mesmo sobrevivendo à intoxicação, fez uma nova tentativa de aniquilar o corpo físico lançando-se à funda corrente de um rio, nela encontrando o afogamento. Na oportunidade seguinte que lhe foi dada, reencarnou junto das almas com as quais se mantinha associado para a regeneração do pretérito, mas infelizmente encontrou dificuldades naturais para recuperar-se, desencarnando ainda menino, vítima de um novo afogamento. E quando chegou o momento de um novo renascimento, para que pudesse se reajustar dentro das leis divinas e recuperar-se mentalmente, equilibrando o “centro laríngeo”, reencarnou, dessa vez, com o corpo fisiológico deficiente, sofrendo do órgão vocal que se caracterizou por fraca resistência aos assaltos microbianos e que, de algum modo, lhe retratou a região lesada. Nesse exemplo, observamos que estabelecida a idéia fixa sobre “o nódulo de força mental desequilibrado”, foi indispensável que houvesse acontecimentos reparadores para que Júlio se sentisse redimido perante a lei, mudando, portanto, seu campo mental.

Somos todos responsáveis

Não podemos esquecer que a imprudência e a ociosidade se responsabilizam por múltiplas enfermidades, como sejam os desastres circulatórios provenientes da gula, os quadros infecciosos pela ausência da higiene comum, os desequilíbrios nervosos da toxicomania e o depauperamento decorrente de vários excessos. De modo geral, porém, as doenças perduráveis, que destróem o corpo físico, têm suas causas no corpo espiritual, pois as energias na nossa alma expressam as chamadas dívidas cármicas, por serem conseqüências das causas infelizes que nós mesmos plasmamos, e são transferíveis de uma existência para outra, uma vez que é a nossa mente, através da energia do nosso pensamento, que, de forma inconsciente, muitas vezes, nos cobra ou nos absolve das faltas cometidas, lançando-nos ou tirando-nos da “zona de remorso”. Existem casos em que, mesmo em estado de recuperação perispirítica, a presença de pessoas desafetas responsáveis por essas zonas pode levar a violentos choques psíquicos, com o que as emoções se lhe desvairam afastando-se da necessária harmonia. A mente desorientada perde o controle da organização perispirítica e dos elementos fisiológicos, assumindo condições excêntricas, dispersando as energias que lhe são peculiares. Essas energias passam a atritar-se e a emitir radiações de baixa freqüência, aproximadamente igual à de que lhe incide o pensamento das vítimas, trazendo, conseqüentemente, as mais variadas repercussões no corpo somático. Devemos também lembrar que não apenas os pensamentos voltados para nossas ações pretéritas mantêm-nos presos a esse circuito fechado do pensamento do qual falamos. O pensamento é muito mais amplo do que a nossa consciência pode alcançar. Subsistem aqueles (o pensamento) em que se fazem inconscientes em nossa mente, também trazidos por lembranças das faltas por outros cometidas, que nos atingiram, deixando marcas no nosso corpo espiritual e que, hoje, ao depararmo-nos em um novo reencontro, sentimos no corpo carnal os efeitos desses males, efeitos estes apresentados muitas vezes na forma de simples sintomas ou mesmo de uma enfermidade instalada.
O pensamento, como uma modalidade de energia sutil atuando em uma forma de onda, com velocidade muito superior à da luz, quando de passagem pelos lugares e criaturas, situações e coisas que nos afetam a memória, agem e reagem sobre si mesmos, em circuito fechado, trazendo-nos, assim, de volta as sensações desagradáveis hauridas ao contato de qualquer ação desequilibrante. Isso tudo acontece porque, quando nos rendemos ao desequilíbrio ou estabelecemos perturbações em prejuízo dos outros, plasmamos nos tecidos fisiopsicossomâticos determinados campos de ruptura na harmonia celular, criando predisposições mórbidas para essa ou aquela enfermidade e, conseqüentemente, toda a zona atingida torna-se passívelde invasão microbiana.

Reforma íntima

Quando é desarticulado o trabalho sinergético das células nesse ou naquele tecido, intervêm as unidades mórbidas, quais o câncer, que nessa doença imprime acelerado ritmo de crescimento a certos agrupamentos celulares, entre as células sãs do órgão em que se instalam, causando tumorações invasoras e metastáticas, compreendendo-se, porém, que a mutação no início obedeceu à determinada distonia, originária da mente, cujas vibrações sobre as células desorganizadas tiveram o efeito das projeções de raios x ou de irradiações ultravioletas, em aplicações impróprias.
Quando o doente adquire um comportamento favorável a si mesmo, num crescente de humildade, paciência, devotamento ao bem, num profundo processo de renovação moral, as forças físicas encontram sólido apoio nas radiações de solidariedade e reconhecimento que absorve de quantos lhe recolhem o auxílio direto ou indireto, conseguindo conter a disfunção nos neoplasmas benignos que ainda respondem à influência organizadora dos tecidos adjacentes. Devemos, portanto, reconhecer o quanto é importante o equilíbrio de nossa mente, pois com as aquisições e observações da psicopatologia, podemos observar a intervenção dos fatores internos ou psicogênitos em todas as atividades do organismo físico.

O aparelho cerebral

André Luiz, no livro No Mundo Maior, falando sobre o sistema nervoso, observa em preciosa síntese que: “No sistema nervoso, temos o cérebro inicial, repositório dos movimentos instintivos e sede das atividades subconscientes. Na região do córtex motor, zona intermediária entre os lobos frontais e os nervos, temos o cérebro desenvolvido, consubstanciando as energias motoras de que se serve a nossa mente para as manifestações imprescindíveis no atual momento evolutivo do ser. Nos planos dos lobos frontais, silenciosos ainda para a investigação científica do mundo, jazem materiais de ordem sublime, que conquistaremos gradualmente, no esforço de ascensão, representando a parte mais nobre do nosso organismo divino em evolução. Não podemos dizer que possuímos três cérebros simultaneamente. Temos apenas um que se divide em três regiões distintas, onde, no primeiro, situamos a “residência de nossos impulsos automáticos”, simbolizando o sumário vivo dos serviços realizados; no segundo, localizamos o “domicílio das conquistas atuais”, onde se erguem e se consolidam as qualidades nobres que estamos edificando; no terceiro, temos a “casa das noções superiores”, indicando as eminências que nos cumpre atingir. Num deles, moram o hábito e o automatismo. No outro, residem o esforço e a vontade; e, no último, moram o ideal e a meta superior a ser alcançada. E assim distribuímos o subconsciente, o consciente e o superconsciente.

Como vemos, possuímos em nós mesmos o passado, o presente e o futuro”.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O Fluido Vital e o Duplo Etérico

O Fluido Vital e o Duplo Etérico
Perguntas e respostas Entrevista com dr. Ricardo D Bernardi
Por Paulo P. L

O fluido vital forma uma estrutura especial em nós?
Ele forma um “corpo”, de certa forma, sim. Constitui o chamado corpo vital, também conhecido como corpo etérico.
São sinônimos ? Há outros sinônimos equivalentes ?
Sim. Ei-los: Duplo Etérico, Corpo Vital (Kardec), Corpo Prânico, Veículo do Prana, Corpo Bioplásmico, Corpo Biocósmico, Corpo Energético, Primeiro corpo de Energia, Corpo Diáfano, Corpo Efêmero, Veiculo da Vitalidade, Corpo da Vitalidade, Casca Luminosa, Reflexo do Corpo Físico, Aerossomai, Armadura Energética, Contra-corpo, Cópia Vital Humana, Corpo Aiterico, Corpo Bardo (tibetanos), Corpo Lepto-Hilico, Corpo Leptomerico, Corpo Ódico, Corpo Unificador, D Jan, Kosha, Reboque Energético, Umbra, Veiculo Semi-Físico, Véu do Corpo Humano, Véu Etérico, Ponte Corpo Humano-Psicossoma, Pranamaya-Kosha.
Corpo etérico... é o mesmo que perispírito, corpo astral ou psicossoma ?
O corpo etérico ou corpo vital é que  liga o corpo físico ao perispírito. É uma estrutura ou “corpo” intermediário entre o corpo material e o perispírito .
Fluido vital é o mesmo que bioenergia?
Sim.
Então o corpo etérico ou corpo vital tem importância nas terapias energéticas?
Sim. É o fluido vital ou bioenergia que é mobilizado nestas terapias energéticas.
Poderia nos dar uma definição melhor de corpo etérico ou duplo etérico?
O duplo etérico é um invólucro energético, vibratório, luminoso, vaporoso e provisório, que coexiste estruturalmente com o corpo físico e o envolve. Está ligado à doação ou exteriorização de energias, pois, no duplo etérico é que se situam os chacras.
Qual a situação anatômica?
É o agente intermediário entre o corpo físico e o perispírito (corpo astral).
Este corpo etérico é então composto de energia ou fluido vital, certo?
É constituído por fluido vital (Energia Vital ou Prana), daí a denominação corpo vital.
Este fluido é originado do Fluido Cósmico Universal. Absorvido pelas moléculas orgânicas confere o atributo da vida.
O corpo etérico faz a ligação entre perispírito e corpo físico. No entanto, ele sai dos
limites do corpo material ?
Os limites do corpo humano são ultrapassados em cerca de 1 cm pelo corpo etérico.
Qual é a consistência deste corpo etérico?
Textura típica dos elementos fluídicos, mais densa nos indivíduos primitivos e mais sutil e delicada nos seres humanos espiritualmente evoluídos.
Qual a forma deste corpo etérico?
Humanóide, com grande elasticidade. Lembra o “Gasparzinho” ou um fantasminha.
Uma massa de fluido vital que toma a forma do corpo, mas enquanto ocupa este espaço. Quando desencarnamos, esta massa de fluidos volta (quase toda) para o fluido cósmico universal.
Teria cor?
Branca (nos espíritos encarnados mais sutis) ou acinzentado, nos menos evoluídos.
Diz-se corpo etérico, mas teria órgãos como há no perispírito ?
Não possui órgãos como o corpo astral. Possui regiões denominadas chacras, que captam energia cósmica distribuindo-as para o corpo físico (rebaixamento vibratório) e para o perispírito (ou corpo astral).
Os chacras são interligados por nádis ou meridianos que permitem circular as energias.
Afinal, os chacras estão no perispírito ou no corpo etérico ?
Ficam no perispírito também (centros de força), e cada um deles se apresenta igualmente no corpo etérico. São cópias.
No mundo extrafísico ou colônias espirituais, também há mediunidade e inclusive realizam sessões mediúnicas. Daí a necessidade (há outros motivos) da existência destes centros de força no corpo dos espíritos.
Explique: qual é a função principal ou a função básica do duplo etérico ?
Função básica: o corpo etérico é o veículo e a reserva da nossa energia vital, absorve o fluido vital e o distribui pelo corpo humano além de o transformar em fluidos sutis, enviando-os ao corpo astral (perispírito).
Função 2 – produção de ectoplasma: o corpo etérico é o principal responsável pela elaboração do ectoplasma, portanto, participa diretamente na mediunidade de efeitos físicos e materialização dos espíritos.
Função 3 – exteriorização de energias nos processos de irradiação, passes magnéticos e similares. Há projeção de energia vital do corpo etérico em direção ao paciente, magos, médiuns, paranormais, feiticeiros etc. Usam (conscientemente ou não), a projeção do seu corpo etérico com finalidade terapêutica ou criminosa.
Função 4 – programação do tempo de vida: o duplo etérico traz, em si, a programação do tempo de vida física do indivíduo; o duplo etérico possui um “quantum” de energia vital.
Função 5 – fixação do corpo astral ao corpo físico.
Função 6 – vitalização das formas pensamento: a mente cria formas de pensamento que se mantém pelo fluido vital que doamos e alimenta as formas-pensamento. Dá vida temporária a estados formas. Veja o nome: fluido vital... Formas-pensamentos são emanações mentais nossas ou de desencarnados que são vivificadas por massas de fluido vital. Também conhecidas como “Cascões Astrais” na Teosofia. Por serem vitalizadas mantêm-se com vida vegetativa temporária.
As formas-pensamento ou criações ideoplásticas são formas criadas pelo pensamento (corpo mental) que existem transitoriamente e que são vitalizadas  (alimentadas com fluido vital) provindas do corpo etérico.
Em nosso grupo mediúnico, os médiuns desdobrados (projetados) vêem muito isto.
O corpo etérico tem lucidez? Expressa-se com pensamentos ou algo assim?
Não. O corpo etérico não é veículo da consciência. Não possui “órgãos” como o peris-pírito (corpo astral) que tem um cérebro (paracérebro). O corpo etérico não atua como veículo separado, individual, para manifestação da consciência, nem está apto para captar informações por não ter paracérebro, ao contrário do corpo astral (perispírito).
 O corpo etérico, sendo composto de fluido vital, se desgasta? Repõem-se este fluido vital? Como?
Sim, há um desgaste natural durante a vida, no entanto, há reposição deste fluido, chamado também de energia vital, prana ou bioenergia.
Formas de reposição:
a) Respiração, em especial pela respiração com mentalização ou respiração prânica, que é um técnica de absorção desta energia vital do cosmos.
b) Reposição pela alimentação. Ao se ingerir alimento orgânico, sempre se absorve energia vital. Se você come uma maçã, está ingerindo energia vital além da composição química que compõe a maçã.
c) Pode-se repor este fluido vital quando se recebe passe ou irradiação.
d) Absorção pelo chacra esplênico, neste caso se absolve diretamente da massa de fluidos do universo.
Há desgastes precoces deste fluido vital?
Sim! Os vícios podem levar a desgastes mais rápidos da bioenergia. A obsessão espiritual ou vampirização energética por espíritos desequilibrados, as doenças e o suicídio, que seria o exemplo maior deste desgaste súbito.
O suicida sofre, moralmente, por transgredir a Lei de Deus?
Sim, mas analisemos também sob o ponto de vista científico: não havendo o esgotamento dos órgãos, há retenção de fluido vital nestes órgãos e o perispírito pode permanecer ligado ao cadáver pelo duplo etérico.
Como se forma o corpo etérico em nós, ou seja, seria desde o início da encarnação? De onde vem "a matéria-prima"?
Desde o início da encarnação, o fluido vital do óvulo já fixa as energias perispirituais do reencarnante.
Na fecundação, milhões de espermatozóides excedentes (não fecundantes) fornecem a energia vital excedente para a constituição inicial do corpo etérico, o qual fixará o corpo astral ao embrião.
Como entender a questão morte e fluido vital?
Com as enfermidades e o falecimento dos órgãos, não há mais fixação do fluido vital.
O desprendimento progressivo do mesmo determina a morte, ou seja, o desligamento do corpo astral do corpo físico.
Quantos seriam os chacras no corpo astral ou corpo etérico ?
São vários. Sete ou oito principais (depende do sistema de análise), dezenas de outros menores e milhares muito pequenos, formando os pontos de acupuntura.
Centros de força, de André Luiz, são os mesmos chacras?
Sim, e vale acrescentar que se relacionam entre si e se correspondem em seus diferentes corpos (corpo astral, etérico e físico, através dos plexos nervosos).
Você pesquisou algum tempo com fotos Kirlian e parece-me que em um congresso demonstrou que as fotos antes e depois da sessão mediúnica têm alterações importantes. É fato ?
Sim. As fotos, após a sessão mediúnica demonstram ganho de energia significativo.
Após duas horas de doação energética, as fotos crescem seu campo energético.
Mas se houve doação, como aumentaram?
É dando que se recebe... Lembra?
Ao se receber um passe, se recebe fluido vital, correto? Se é assim, como esta energia entra e como vai para o perispírito e corpo físico?
Considero que a energia vital doada (passe) é captada pelo corpo etérico, sofre uma aceleração vibratória e "sobe" ao corpo astral (perispírito), bem como sofre um rebaixamento ou desaceleração vibratória e "desce" para o corpo físico. Em resumo, entra pelo corpo etérico (vital) e vai para o perispírito e corpo físico.
Quando vai em direção ao perispírito, vai pelos chacras?
Sim.
Ao invés de doação, existe o roubo de energia vital por espíritos vampiros. Poderia explicar como isto ocorre?
São espíritos ditos endoparasitas, isto é, que se fixam “dentro” (endo) do obsedado no seu chacra esplênico, sugando o fluido vital. São os "vampiros ".
Quando alguém doa energia vital, no passe, por exemplo, após o trabalho sente-se fraco, inclusive por amor chega a chorar de emoção no passe, de compaixão do paciente. Como se explica que saiu fraco ?
Ao se envolver emocionalmente, pela compaixão, chegando a chorar, mobiliza o chacra gástrico ao invés do cardíaco. No cardíaco nos relacionamos com o amor, no gástrico com a paixão, o sentimentalismo.
Isto é ruim, não é evolução. Já pensou se os grandes cirurgiões chorassem na cirurgia?
Uma amiga do meu filho, ao voltar da praia, onde fez topless, voltou com dor de cabeça. Disseram-me que seria por captação de energias vitais, concorda com isto ?
Explicando: a garota, sem a parte superior do biquíni, ficou durante horas recebendo a carga energética dos rapazes sobre seu chacra genésico. As energias ascendiam pelos nádis (canais de energia entre os chacras), isto porque ela não sintonizava com as energias agressivas dos rapazes. Esta energia doada por eles ascendia ou subia até o chacra coronário (no topo da cabeça) para ser transformada ou sublimada. O acúmulo desta energia (horas) gerou dor de cabeça. Não esqueça que pode ser só um resfriado ... ou outra causa mais natural.
A obsessão de espíritos sobre a parte sexual pode sugar fluido vital? O que causaria?
Sim, pode sugar fluido vital pelo chacra genésico. Pode causar frigidez ou exacerbação sexual, ou ainda desvio dos padrões de forma muito acentuada, pelas características dos obsessores.
A desarmonia da energia vital ou fluido vital provoca em nós doenças, certo? Como isto ocorre?

Se o espírito pensa mal, reflete na freqüência da energia vital, pelo perispírito. O corpo físico reage se fragilizando e tornando-se suscetível às doenças.